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sábado, 29 de setembro de 2012

Dia dos Animais - Compaixão por eles!!!

Relatos de Vida ou serão relatos de morte?




A tragédia do dia seguinte, como escrevia Edward Gibbon a respeito dos espetáculos romanos, consistia em um massacre de "cem leões, cem leoas, duzentos leopardos e trezentos ursos". O tempo destes odiosos espetáculos acabou (ainda que diversas brigas de galo, cães ou touros possam nos fazer pensar que poderíamos preencher um circo com amadores de sangue). Mas a verdade, se consentimos olhar as coisas de frente, é que nossa sociedade faz prova de uma crueldade ainda maior e mais secreta. Nenhuma civilização infligiu tão terríveis sofrimentos aos animais quanto a nossa, em nome da produtividade racional " do menor custo". O Império Romano massacrava setecentas feras em um dia festivo, mas nossas sociedades condenam MILHÕES de animais a um longo martírio.
Não tenhamos medo de dizer a verdade: nossos países ocidentais estão cobertos por campos de concentração e salas de tortura. Caminhões do terror cruzam seu território a todos os instantes e em todos os sentidos. Por causa da pecuária intensiva, as fazendas tornaram-se centros de exploração e detenção: verdadeiras instalações onde são aprisionadas criaturas que a natureza concebeu para a luz, para o movimento e para o espaço.
Somente na França, 50 milhoes de galinhas têm o bico cortado com ferro quente, são incarceradas por toda a vida em gaiolas minúsculas onde não podem dormir nem estender as asas; a maior parte de seu alimento porvém de fossas sépticas e de lamas residuais de depuração de esgotos.
As leitoas são presas com correntes noite e dia, durante 2 anos e meio, em compartimentos que lhes impedem todo tipo de movimento. Bezerros de 145 kgs são acorrentados na escuridão em celas de 0,81m...
Galinhas que são criadas para se transformarem em alimento têm os flancos hipertrofiados e seus ossos não conseguem carregá-las, tornando-lhes impossível qualquer deslocamento.
Através de um tubo de 40 centímetros que é colocado dentro do esôfago dos patos e gansos, aparelhos pneumáticos obrigam estes animais a engolirem à força 3 kgs de milho (o equivalente a 15 kgs para o organismo humano), que descem queimando. Estas aves vivem imóveis em seus caixotes gradeados; de toda maneira, de tão obesos, não consegem ficar em pé.
Para terminar uma breve existência, muitos desses animais ainda são transportados em condições terríveis, empilhados sem alimento, sem cuidados, sem água, rumo a viagens sufocantes que duram dias, rumo a intermináveis percursos que lhes são freqüentemente fatais. Quem teve a oportunidade de presenciar isto, não esquece mais.
Na China, onde é costume ferver e tirar a pele dos animais ainda vivos, ursos selvagens são presos em gaiolas tão pequenas, onde não podem nem mesmo assentarem; perdendo por isso a utilização de seus membros. Uma sonda é introduzida em seu fígado, para retirar a bílis produzida por este órgão. E no Ocidente, a " Comunidade Científica" está 'fabricando' com capricho um novo gênero de animais: sem pelos, sem plumas, sem gordura, cegos e dotados de 4 côxas. Seria longo e penoso multiplicarmos os exemplos...
Para esses milhões, para esses milhares de animais, o simples fato de existirem, desde seu nascimento, até sua morte, é um suplício. Cada segundo de suas vidas é aterrorizador e cheio de sofrimentos. Nós, seres humanos, lhes impomos, por razões tão mesquinhas (nosso estômago e gula) uma vida horrível. Como podemos não sentir vergonha deste comportamento tão egoísta? Por uma carne mais branca, por alguns centavos ganhos em cada ovo, por um pouco de músculo a mais em volta do osso...
"Cruéis quitutes, cruéis gulozeimas", dizia Plutarco.
Quanto aos animais selvagens, sabemos que também não são poupados pelos humanos: vítimas de armadilhas, fuzis, espingardas, veneno, tráfico, poluição, destruição de seu habitat. 500 espécies de vertebrados estão ameaçados de extinção a curto prazo. O homem é o único responsável por este extermínio que não pode nem mesmo ser comparado aos extermínios massivos do período mesozóico.
Na República dos Camarões, os grandes macacos atualmente são vítimas do que poderíamos denominar "destruição sistemática", comparável a um tipo de genocídio. No tocante à proteção dos animais selvagens, a França - que tanto zelo mostra para legalizar a caça ilegal- é um país que não pode dar lições ao mundo.
Presenciamos recentemente milhares de mortes monstruosas , terríveis holocaustos nos quais animais não foram 'eutanasiados', como se publica pudicamente, mas sim massacrados e queimados aos milhares, mesmo os milhões , no Reino Unido, vítimas de uma doença freqüentemente pouco grave (a febre aftosa) mas considerada responsável por atrapalhar o comércio e depreciar o preço da mercadoria. É necessário tomarmos comhecimento que muitos animais continuam a ser abatidos após o episódio e que 45 000 vacas sadias foram atualmente sacrificadas na França para ' a reabilitação do mercado" . Este tipo de reação que já consideramos revoltante quando se trata de leite ou de verduras, é admissível para com seres sensíveis, afetuosos e temerosos que só nos pedem para viver?
Os criadores de gado reclamaram sobre o montante das indenizações, a lentidão destas... raros foram aqueles que pensaram nos animais. Trata-se de uma pecuária de pesadelo: baseada em um sistema de indenizações que devem ser pagas quando acontece algum dano : um prêmio á tortura, á poluição.
Quem não pensou nos piores horrores medievais, vendo as cremações maciças dos animais, covas coletivas imensas cobertas com escavadeiras!?! A que horror o mundo atual deseja nos preparar, quando classifica toda e qualquer compaixão que sentimos pelos animais como 'sensibilidade exacerbada' ou 'zoofilia'?
CONDENADOS SEM LINGUAGEM
Os sentimentos e os negócios nunca deram certo juntos, parece-me entretanto que atualmente nós ultrapassamos o limite do suportável. Será que um criador de animais ainda faz a diferença entre uma criatura que sofre e um objeto manufaturado, quando diz que o bezerro é 'o produto da vaca'? Sobretudo em um tempo em que escutamos falar de 'órgãos vitais' para um automóvel e 'peças destacáveis' para os corpos.
É verdade que em todos os lugares homens, mulheres e crianças são vítimas da injustiça, do arbitrário, da miséria ou de maus tratos; que a humilhação do próximo ainda é um princípio universal. É verdade que tantos inocentes mofam esquecidos nas prisões. Mas os sofrimentos se adicionam, sem se excluirem. "No combate pela vida, escrevia Raoul Venegeim, tudo é prioritário".
Podemos ser felizes quando sabemos que outros seres vivos, não importa quem sejam, gemem? Aqueles que ficam indiferentes ao destino dos animais, aqueles que riem, zombam ou levantam os ombros em nome de outras 'prioridades' deveriam se perguntar se esta reação não seria próxima à dos adeptos da desigualdade, partidários da escravidão até o início do século XIX, ou aquela dos adversários do voto feminino há cerca de 50 anos atrás. No Camboja, em Ruanda, nos Balcãs, em nome de certas 'prioridades' (de nacionalidade, de raça, de religião) vítimas foram eliminadas.
A nossa compaixão é tão limitada que é necessário estabelecermos hierarquias subjetivas entre aqueles que merecem ser salvos em primeiro lugar, depois em segundo, depois os que não o merecem? Será necessário esperarmos que todos os europeus não sofram para nos preocuparmos com os africanos... ou que todos os seres humanos sejam tratados dignamente para somente depois nos preocuparmos com os animais? A que odiosa 'escolha de Sofia' estaríamos então incessantemente confrontados?
Claude Lévi Strauss escreveu:
" O homem ocidental não pode compreender que ele abriu um ciclo maudito ao se dar o direito de separar radicalmente a humanidade da animalidade, concedendo a uma tudo o que retirou à outra. E que a mesma fronteira que a humanidade constantemente recuou para a animalidade, serviria também para separar homens de outros homens, assim como para revindicar para minorias cada vez mais restritas, privilégios de um humanismo corrompido...
A única esperança que temos de não sermos tratados como animais pelos nossos semelhantes é que todos eles se sintam imediatamente como seres que sofrem". Perguntemos francamente: porque os homens teriam o direito de agirem com os animais como bárbaros agem com inocentes? Porque sempre é necessário ser inquisidor, demoníaco, escravagista ou o opressor do outro? A priori, porque algumas vidas devem ser julgadas desprezíveis? Enquanto a humanidade crer estar autorizada a maltratar um ser sensível pelo fato deste ser ter plumas ou chifres, ninguém estará a salvo.
A causa dos animais avançou muito, tanto nos fatos quanto nas mentalidades. Somente na França, dezenas de associações a defendem e, mundialmente, esta luta nunca uniu tantos militantes quanto agora. Noventa por cento dos franceses declaram estar prontos a pagarem 15 centavos a mais por um ovo de galinha livre. Até mesmo a legislação evoluiu. Mas pouco, lentamente... enquanto os fenômenos de extinção maciça e de pecuária produtiva intensiva avançam rapidamente, devido a razões econômicas que se opõem obstinadamente à sensibilidade individual.
Podemos oferecer apenas alguns gestos simbólicos aos inumeráveis condenados sem linguagem que esperam por nossas atitudes que não virão...
Não esperamos que todos os franceses se tornem vegetarianos, nem, como alguns pedem, que os direitos humanos sejam estendidos aos símeos. Mas que vergonha teria em criarmos uma Secretaria de Estado da Condição Animal como foi criada a "Secretaria da Economia Solidária"?
A Bélgica não hesitou. Portugal renunciou à criação com 'gavage' (método de alimentar as aves com um funil).O Reino Unido projeta proibir a caça "á courre". Apesar de sua política agrícola, a Europa se debruçou timidamente mas realmente sobre a questão da pecuária, da caça, da experimentação animal em laboratórios e do bem estar animal. Cedo ou tarde, nos indignaremos massivamente porque a humanidade torturava os animais por razões econômicas. Assim como nos indignamos atualmente com os massacres! romanos, com as fogueiras medievais... Quanto mais cedo nos indignarmos.... melhor!!!! 

Armand Farrachi 

'Por um pedaço de carne, roubamos a vida de uma alma de luz , lhe roubamos o espaço de tempo que viveria e pelo qual ela se alegrava'. Plutarco

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Congresso Continental de Teologia

De 7 a 11/10 acontece, no campus da Unisinos em São Leopoldo, o Congresso Continental de Teologia. O evento tem como motivação dois acontecimentos que marcam o ano de 2012 para a igreja na América Latina e Caribe: os 50 anos da inauguração do Concílio Vaticano II, considerado um dos mais importantes acontecimentos do século XX, e os 40 anos da publicação do livro Teologia da Libertação, movimento cristão que é descrito pelos seus proponentes como uma interpretação da fé através do sofrimento, luta e esperança dos pobres.
Na pauta do congresso estão desafios, como olhar para o futuro, e perguntas sobre a tarefa da teologia na América Latina, a partir do novo contexto cultural, social, político, econômico, ecológico, religioso e eclesial, que são globalizados e excludentes. Para isso, diferentes atividades com pessoas conhecidas do meio estão previstas. Como a palestra inaugural do dia 7/10 com Jon Sobrino. Ou a conferência de 9/10 sobre teologia latino-americana com Gustavo Gutiérrez, considerado, por muitos, como o fundador da Teologia da Libertação. Ou, ainda, uma reflexão do lugar e do papel da teologia nos processos de mudanças do continente no contexto mundial, com Leonardo Boff em 10/10.

Curso "História Judaica – De Abraão à Inquisição" está com as matrículas abertas

O curso narra a trajetória histórica e apresenta as diferenças entre as comunidades judaicas da Europa ocidental, oriental e dos países árabes. Ao mesmo tempo, aborda aspectos pouco conhecidos como as condições sociais que esse povo vivia em cada região. Os objetivos do curso são mostrar a importância da história judaica na formação da civilização ocidental, delinear a história das civilizações judaicas da idade moderna ao mundo contemporâneo com seus reflexos na atualidade.
Professor: Mauro David Cukierkorn
O curso inicia dia 09 de outubro de 2012

Cátedra da Cultura Judaica promove almoço no Clube "A Hebraica" com o Reitor da PUC-SP, autoridades e lideranças da comunidade judaica de São Paulo
 
O Prof. Dr. José Luiz Goldfarb promoveu almoço da Cátedra de Cultura Judaica da PUC SP, quando o Reitor da PUC SP encontrou-se com lideranças da comunidade judaica de São Paulo. Participaram do evento: Mário Fleck, Presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Abramo Douek, Presidente do Clube A Hebraica, Ilan Sztulman, cônsul de Israel em São Paulo, Ruth Goldberg, diretora da Fundação Arymax, Yael Stein, diretora do Centro da Cultura Judaica, Gaby Milevisky, diretor d'A Hebraica, entre outras autoridades. Clube 'A Hebraica'São Paulo, dia 17 de Maio de 2012.


Cátedra da Cultura Judaica inicia em 2012 cursos na grade de graduação da Faculdade de Teologia - Campi Santana e Ipiranga
A turma será formada por 20 alunos que cursam o segundo e terceiro anos de Teologia, na PUC-SP. Ao Centro de Cultura Judaica coube a confecção do material didático e a organização de todo o módulo. As aulas, que serão realizadas até junho deste ano, e terão continuidade com os temas "Talmud", "História do Antissemitismo" e "Shoá" (Holocausto). Os Seminários de Cultura Judaica serão oferecidos semestralmente aos alunos de 2º e 3º anos da Graduação em Teologia. Esta iniciativa representa o enraizamento da Cátedra de Cultura Judaica, pois se em 2011 obtivemos sucesso com cursos de extensão na COGEA (que obviamente seguirão em 2012), agora estamos adentrando o currículo da graduação. Segundo Professor Doutor José Luiz Goldfarb: "Isto é uma grande homenagem ao idealizador da difusão da cultura Judaica nas universidades brasileiras, Sr. Leon Feffer"

sábado, 22 de setembro de 2012

Quem tem medo da verdade?

O mais importante processo da história brasileira está sendo levado adiante pela Comissão da Verdade, independente de que seja apenas uma condenação moral e política da ditadura e de todos e tudo que esteve vinculado a ela.

Foi um momento crucial na história do país, em que se escolhia entre a democracia e a ditadura. Triunfou a ditadura, pela força das armas, incitada pelo governo dos EUA, pela direita brasileira, pelo grande empresariado do país, praticamente pela totalidade da mídia da época (exceção da Última Hora), pela Igreja católica.

O país agora, finalmente, passa a limpo aquele período brutal da história brasileira, com a Comissão da Verdade. A mídia, os partidos da direita, militares, se sentem incômodos com a ação da Comissão, porque pretendiam enterrar da memória nacional aquele período e sua participação vergonhosa nele.

O discurso sobre o julgamento atual do STF serve também para encobrir aquele período e a atuação da Comissão da Verdade. Daí os epítetos como se esse julgamento tocasse nos fundamentos da história brasileira e não o sobre a ditadura.

A ditadura não apenas mudou os rumos da história brasileira do ponto de vista político. Ela bloqueou o processo de democratização social e econômica e acentuou ainda mais as desigualdades. Alem das brutais ações repressivas, logo nos primeiros dias foram decretadas intervenções em todos os sindicatos e o arrocho salarial – tão essenciais à ditadura quanto a repressão física.

O grande empresariado nacional e internacional foi diretamente beneficiário do regime ditatorial, aumentou exponencialmente seus lucros com o arrocho e a repressão aos sindicatos, intensificou a super exploração dos trabalhadores. Ao mesmo tempo, empresas da mídia, com a Globo à frente, impuseram seu monopólio durante o período ditatorial.

A ação da Comissao da Verdade é escondida pela velha mídia, ela mesma temerosa que as investigações revelam suas estreitas e promíscuas relações com a ditadura militar. Quando finalmente a Comissão da Verdade enunciar suas conclusões sobre o golpe e a ditadura miliar, não haverá nada da parafernália de hoje em relação ao processo do STF: nem transmissão direta, nem cadeias nacionais, nem entrevista com as vítimas e os familiares das vítimas da ditadura.

O medo que eles têm da verdade da Comissão da Verdade, por si só, é confissão de culpa da velha mídia, dos partidos da direita e de militares ligados à ditadura.

 Emir Sader

Novo arcebispo diz que papa não é infalível e que padre deveria casar

Recém-nomeado arcebispo de Teresina (PI), dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho, 65, diz que o discurso do papa "não é infalível". E, segundo o religioso, "o fato de que, para ser padre, precisa ser também celibatário, é uma disciplina da Igreja [Católica] que pode mudar".
A opinião se choca com recentes declarações de Bento 16 a sacerdotes reformistas que desejam tanto a ordenação de mulheres como o fim da proibição do casamento de religiosos. O papa se refere ao celibato como "imprescindível" e, a essa ala contrária, como "desobediente".

O recém-nomeado arcebispo de Teresina, dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho
O recém-nomeado arcebispo de Teresina, dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho   


"O papa não é infalível quando fala tudo. A Igreja tem a convicção de que ele é infalível quando fala de fé e moral", afirma dom Jacinto.
Para ele, a mudança de opinião em relação ao celibato é alimentada por vários segmentos da Igreja. "Isso é um desejo de muitos bispos."
"O espírito vai soprar na Igreja, e o papa tomará uma decisão oficial, conjunta, de dar as duas alternativas para o Ocidente", diz, sobre a opção de ser ou não celibatário.
O arcebispo lembra que há padres casados na Igreja. "No Oriente cristão católico há padres casados. Isso não é estranho. A Igreja sempre teve padres casados."
O arcebispo de Teresina diz que "recentemente o papa Bento 16 acolheu padres que saíram da Igreja Anglicana, com suas famílias, e se tornaram católicos". E afirma que existe espaço para que essa mudança seja aceita.
Ligado à Teologia da Libertação, dom Jacinto se considera um religioso que defende uma renovação de ideias.

 SERGIO FONTENELE 

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM TERESINA

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Comunidades de todo o país participam do 18º Grito dos Excluídos

ESTADO PARA QUE E PARA QUEM? A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NO PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO 


Em Montes Claros (MG), polícia dispersa manifestantes com bomba de fumaça 

O 18º Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo. É um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural. Todo tipo de ser humano, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos se unem, neste dia histórico, para pôr fim ao mito de que o povo participa da democracia.
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Trata-se de uma mobilização de movimentos sociais, com o apoio da Igreja no Brasil, que visa denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social, denominado sociedade capitalista, a que todo ser humano está submetido desde os anos de 1500. O Grito deseja tornar público, nas ruas do país, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome, além de propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 07 de setembro, tentando chamar a atenção das pessoas para as condições da crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento, nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto contra a ganância da sociedade capitalista e, ao mesmo tempo, o anseio por verdadeiras e autênticas transformações sociais. As atividades são as mais variadas com atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos. Estendem-se por todo o território nacional. Em 2012, o tema do Grito é “Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!”, em sintonia com a 5ª Semana Social Brasileira (SSB).
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, a 18ª edição do Grito dos Excluídos, 19ª na maior cidade da região, na verdade, é preparada desde o dia 26 de maio deste ano, quando aconteceu o 1º Seminário da 5ª SSB, no Colégio Marista São José. Nos dias 1º e 02 deste mês, aconteceu o 2º Seminário, nesse mesmo local. E nesta sexta-feira (07/09), desde as 7h, fiéis das 22 paróquias, quase-paróquias e comunidades eclesiais de MOC, militantes de movimentos sociais e agentes de pastorais e evangélicos da Igreja Anglicana se animaram a acordar cedinho neste dia histórico para saborear o que a vida oferece de melhor: a união de todos os seres humanos.  
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Com momento místico ecumênico e interreligioso cercado de intensa espiritualidade libertadora, a cerimônia teve início com a lembrança das vítimas dos quase 100 assassinatos, ocorridos apenas neste 2012, no município do segundo maior entrocamento rodoviário do Brasil. Presente ao evento, o arcebispo metropolitano de Montes Claros e presidente do Regional Leste 2 (Minas Gerais e Espírito Santo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom José Alberto Moura, de 68 anos, fez menção às Eleições Municipais 2012 e conscientizou as pessoas a votarem em candidatos sérios, comprometidos com trabalhos que estejam a serviço da vida e da dignidade para todos.
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Os fiéis reunidos para o Grito dos Excluídos em Montes Claros fizeram ofertas de alimentos, quando todos puderam experimentar, mais uma vez, a partilha do "pão nosso de cada dia" nesta manhã, em frente à Igreja-Mãe da Arquidiocese de Montes Claros. Depois, por volta das 9h, e já observados pela polícia que o Estado não cansa de sucatear, os manifestantes cantaram e dançaram, empunharam faixas de protestos e desceram da Praça da Catedral para a Rua Dom Pedro II, por onde caminharam até a esquina com a Avenida Afonso Pena, centro da cidade. Sempre alegres, mas intimidados pela polícia que o Estado não cansa de sucatear, as lideranças peregrinaram pela Avenida Afonso Pena, viraram à esquerda na Rua Padre Augusto, ultrapassaram a Avenida Coronel Prates, e desceram pela Rua Reginaldo Ribeiro rumo à Avenida Deputado Esteves Rodrigues (Sanitária). 
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
A polícia que o Estado não cansa de sucatear intimidava os manifestantes a todo instante com bloqueios fortemente armados nas ruas Irmã Beata, Coronel Spyer e Gabriel Passos (todas fazem cruzamento com a Reginaldo Ribeiro). Mas como a vida é levada pelos manifestantes, todos trabalhadores, com alegria autêntica, caminharam por toda a Rua Reginaldo Ribeiro e viraram à esquerda na Avenida Sanitária, por onde passaram opostos ao Desfile Oficial da Independência do Brasil na cidade. Mesmo perseguidos e intimidados pela polícia que o Estado não cansa de sucatear, o 18º Grito dos Excluídos nacional percorreu toda a avenida, até perto da Prefeitura e da sede de outra polícia (a federal) e que o Estado também não cansa de sucatear, em protesto contra a terceirização da merenda escolar municipal, contra a falta de repasse pelo Município dos recursos públicos federais para os hospitais da cidade e centros de saúde, contra a falta de segurança pública e o contra o tráfico de drogas que impera por aqui. 
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Crédito da Foto para Luzia Alane Rodrigues Dias
Como a polícia que o Estado não cansa de sucatear ainda intimidava os manifestantes do Grito, ao tentar entrar no Desfile Oficial da Independência, as lideranças se viram coagidas e, em determinado instante, foram forçadas a virar às costas aos policiais, sentar no asfalto da avenida, cantar, falar palavras de ordem. A polícia que o Estado não cansa de sucatear, depois de um tempo, abriu a barreira para os manifestantes do Grito, que foram até o cruzamento da Deputado Esteves Rodrigues com a Avenida Mestra Fininha. Lá foram surpreendidos com a explosão de uma bomba de fumaça e repressão de policiais a dois jovens. Viu-se, a partir daí, casal de namorados se abraçando e chorando, sem entender o motivo pra tanta violência. Quando a sociedade capitalista entra em crise, como agora, quem dança são sempre os mesmos: os trabalhadores. Porém, como polícia é para proteger ladrão, o Desfile Oficial da Independência em MOC prosseguiu, mal organizado e aos trancos e barrancos. Pusilânimes (covardes), disfarçados de autoridades públicas ditas eleitas democraticamente, assistiam pacificamente, sentados, lá no palco, ao desfile de outros trabalhadores civis que insistiam em marchar e continuar esta história de 190 anos de vida, protagonizada por dom Pedro I.   
COM TEXTO DE João Renato Diniz Pinto e CNBB         

CEBs de Jaicós - Piaui













A Paróquia Nossa Senhora das Mercês, Jaicós-PI e Massapê do Piauí-PI, realizou neste sábado dia 01 de setembro de 2012, no Patronato-Jaicós-PI, a Assembleia Paroquial de CEB´s e Catequese, contando com a presença de pessoas de várias comunidades e pastorais.


A Assembleia deu início às 7:30h  com o café comunitário, em seguida a Oração de Abertura e acolhida a todos os participantes; na oração recordamos a realidade, dentro e fora da Igreja, que está próxima de todos nós, encontrada na Peregrinação nos bairros de nossa cidade, à Luz do Evangelho do dia: Mateus 25, 14-30.


ASSEMBLEIA PAROQUIAL DE CEBs e CATEQUESE


PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS MERCÊS JAICÓS PI


DIOCESE DE PICOS RE NE IV PI

Apresentação: Aurenir Paiva (Paróquia Nossa Senhora das Mercês)

Simbologia:




TEMA: JUSTIÇA E PROFECIA A SERVIÇO DA VIDA NO NORDESTE


“ IGREJA, COMUNIDADE DE COMUNIDADES. EXPERIÊNCIAS E AVANÇOS”

-O QUE É MESMO UMA COMUNIDADE DE BASE?

COMO SE DEFINE? COMO ELA SE APRESENTA NA REALIDADE?

}  CEBs não são “pastorais” e muito menos “movimento”. São comunidades de base eclesial e não uma comunidade de base qualquer, como um grupo de vizinhança, de amigos de trabalho etc.

}  As CEBs são, fundamentalmente, “ estrutura de Igreja”, uma forma de organizar a Igreja. São “eclesíolas”, micro-igrejas, são “células eclesiais”: igrejas celulares, igrejas “em um ponto pequeno”, igrejas “de base”

}  “Cs” das CEBs  CARACTERÍSTICAS

  1-Círculos Bíblicos, ou Grupos de Reflexão Bíblica (“olho na Palavra e olho na Vida”)

}  2-Celebração Semanal,por falta de sacerdotes, dirigida por uma equipe de liturgia( Consta, geralmente, de celebração da Palavra e distribuição da Eucaristia). O povo das CEBs mostra-se altamente criativo.

}  3-Conselho Pastoral Comunitário são homens e mulheres que, geralmente de forma colegiada, assumem a animação e a condução de toda a comunidade.( Os assuntos são apresentados à comunidade e discutidos por todos até se chegar a um consenso.

}  4-Compromisso Sócio-transformador. Os membros das CEBs fundam círculos bíblicos, implantam novas comunidades eclesiais, criam grupos de oração-reflexão-ação, fazem missões populares, organizam encontros de aprofundamento da fé confrontada com os desafios da sociedade.

BASTA TER OS 4 “Cs” para ser CEBs? NÃO!

}  Estes são os elementos estruturais. Falta a dimensão carismática, que dinamiza a estrutura da instituição; aquilo que perpassa transversalmente todos esses elementos: a mística libertadora, centrada na causa do Reino de Deus, na opção pelos pobres e na sua dimensão profética.

CEBs- CAMINHO DE LIBERTAÇÃO

}  Nas CEBs estão presentes a visão de que a comunidade é o Povo-de-Deus a caminho. A teologia do Povo-de-Deus é um ganho do Vaticano II, e possibilita o surgimento de novos ministérios e serviços. A democracia no Brasil, a superação da injustiça e de todas as formas de exclusão passam pelas CEBs.

PERCURSO HISTÓRICO –CEBs

}  -A experiência de CEBs não surgiu de um planejamento prévio, mas de um impulso renovador, como sopro do Espírito, já presente na Igreja no Brasil. Esse impulso se manifesta de forma crescente nos anos 50 e 60 do século 20.

CEBs ESPAÇO DA CRÍTICA SOCIAL E CIRCULAÇÃO DE INFORMAÇÃO

}  ANOS 70 E 80 –EXPERIÊNCIA DOS INTERECLESIAIS patrimônio teológico pastoral da Igreja no Brasil. Desde a realização do primeiro, em 1975( Vitória-ES), reúnem-se diversas dioceses para troca de experiência e reflexão teológica e pastoral acerca da caminhada das CEBs.

}  Foram doze encontros nacionais, diversos encontros de preparação em várias instânias(paróquias, dioceses, regionais) e, desde o 8⁰ Intereclesial ocorrido em Santa Maria-RS(1992), são realizados seminários de preparação e aprofundamento dos temas ligados ao encontro.

CEBS DIACONIA E PROFECIA

}  A diaconia educa, cura as feridas, multiplica e distribui o pão e chama para a solidariedade e comunhão. A profecia anuncia o desígnio de Deus e denuncia os abusos, a mentira, a injustiça, a exploração e exige a conversão. Por isso sofre difamação, morte.

MANIFESTAÇÕES CULTURAIS –ESPIRITUALIDADE DAS CEBs

}  A espiritualidade das CEBs também possibilitou a produção de uma rica manifestação artística em nossas comunidades-músicas, poesias, pinturas, símbolos-típicos da prática religiosa e cultural do nosso povo, e que também são instrumentos de evangelização e de missão.

JUSTIÇA E PROFECIA

}  QUE SOCIEDADE TEMOS?

}  excludente, machista, alienada, opressora...

}  QUE SOCIEDADE QUEREMOS?

}  Justa, igualitária, comprometida com o outro(a), verdadeira, fraterna, solidária, feliz, ecumênica, includente...

}  O QUE PESA MAIS NA BALANÇA?

}  O QUE TEMOS O QUE SONHAMOS?

}  Segundo Paulo Freire a esperança não é um ato de esperar, e sim um ato de lutar enquanto eu luto eu espero.

}  Precisamos de uma sociedade que produza vida e vida em abundância, mas é preciso lutar.

}  Não existe problema humano, que os humanos não consigam resolver.

PARA SER FELIZ É PRECISO TER DIREITO E RESISTIR

}  É uma incoerência acreditar em Jesus Cristo e não acreditar em mudanças e viver acomodado.

}  12% da sociedade brasileira participa de alguma organização e 88% não participa de “nada”.

PROFETAS-LUGARES DIFERENTES

}  AMÓS 6,1-7

}  OSÉIAS 4,1-10

}  MIQUÉIAS 2,1-5

}  MIQUÉIAS 2,8-11

}  ISAÍAS 51,1-8

JUSTIÇA

}  -garantir o que é meu (nosso) por direito;

}  -o que me torna digno;

}  -o que propicia felicidade;

}  Pesar para saber se não estou subtraindo de alguém;

}  Verificar a quem pertence por razão.

PROFECIA

}  Falar com o tempo;

}  Ir contra o que impera;

}  Dizer o que precisa ser dito;

}  Não ter medo de usar a fala como arma;

}  Propor saída;

}  Falar do novo tempo que se aproxima.

DESAFIOS

}  Como denunciar a tirania dos chefes e grandes.

}  O que precisa ser falado e dito.

}  Que tempo é esse que precisa ser contraposto.

}  O que precisa ser pronunciado a favor da vida.

CAUSAS DA JUSTIÇA

1-sofrimento em decorrência da privação das necessidades básicas(fome e sede)

2-sofrimento em decorrência da privação do direito de existir socialmente.

3-sofrimento em decorrência da privação da liberdade...

MEDIAÇÕES E RESULTADOS

}  ORGANIZAÇÃO

}  PARTILHA

}  IGUALDADE NO EXERCICIO DO PODER

}  FELICIDADE

}  SACIEDADE

}  SOBRA

}  Mt 15,29-37

VERIFICAÇÕES DO TEMPO EXISTENTE

}  1-Falta de multidão (baixa participação)

}  2-falta de organização(esfacelamento da base de apoio)

}  3-falta de representatividade(obs. Sindicatos)

}  4-esgotamento de projeto coletivo

}  5-democracia apenas como formalidade.

URGENTE

}  NOVA PROFECIA

}  RESGATE DA ESPERANÇA

}  BUSCAR A UTOPIA

PROFETAS E PROFETIZAS ONTEM E HOJE

}  I Reis  17

}  II Reis 4,1-7

}  II Reis 25,12

}  Josué 2

}  QUAL É A ANÁLISE DA PROFECIA?

}  O QUE ELA APONTA DE NOVO?

MISSÃO DA IGREJA- EVANGELIZAR

}  Foi assim no começo da Igreja

}  Jesus formou discípulos devagar. Houve um primeiro chamado, um aprendizado e um convívio. Houve etapas na missão, envio, aprofundamento.

REFLEXÃO-PROCESSO DO CHAMADO

}  1- busca(cf Jo 1,38)

}  2-encontro(cf Jo 1,38-39)

}  3-conversão e comunhão cf(Jo 1,39),(Mt 10,1)

}  4-missão cf( Jo 1,40-41.45),(Mc 3,14 e cf Jo 17,20-23), (Mt 28,19)

VISÃO GLOBAL DOS SACRAMENTOS

}  SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO( o batismo e a crisma)

}  SACRAMENTOS DE SERVÇO( a ordem e o matrimônio)

}  SACRAMENTOS DE LIBERTAÇÃO( a unção dos enfermos e penitência ou confissão)

}  SACRAMENTO DO AMOR( a eucaristia)

CURIOSIDADES- BÍBLIA

}  A Bíblia de edição protestante é diferente das Bíblias de edições católicas?

}  O N.T. é igual para todos.

}  O A.T. na Bíblia de edição católica tem sete livros a mais. (Tobias; Judite; 1⁰ e 2⁰ Macabeus; Sabedoria; Eclesiástico; Baruc)

}  A.T.-46 livros(católica) 39(protestantes)

}  N.T- 27 livros    total de livros 73

MISSÃO DO CATEQUISTA

}  A missão do catequista é ampla e exigente,destacando-se: conhecimento da fé e dos conteúdos centrais contidos na missão de Jesus Cristo, no ensinamento da Igreja e nas Sagradas Escrituras.

}  A igualdade é a base de todo sistema, mas isso só ocorrerá se houver organização e partilha a exemplo das primeiras comunidades. Cf (Atos dos Apostolos)

}  Quando há injustiça no exercício do poder há fome, miséria, desigualdade, sofrimento e morte.( Zilda Arns)

Os trabalhos da tarde se iniciaram com a oração coordenada pelo município de Massapê do Piauí-PI, em seguida, foi dada instruções sobre o cadastro dos paroquianos(as) a fim de que a Paróquia ampliar o banco de dados e cadastrar os(as) catequistas porque no próximo ano pretendemos acompanhá-los melhor.
Realizamos, também, um trabalho de grupos para responder a três perguntas a partir do que estudamos pela manhã. As respostas apresentadas serão trabalhadas em cada comunidade e pastorais:
PERGUNTAS:
1. Aponte ações para a vivência das CEB´s no espírito sócio-transformador;
2. O que as CEB´s precisam priorizar?
3. Que compromissos concretos podemos assumir na preparação dos Sacramentos?

RESPOSTAS:
1.  - Criar grupos de liturgia;
- Partilhar experiências de comunidade a comunidade;
- Criar Conselho Comunitário;
- Criar equipe do dízimo;
- Criar grupos de Círculo Bíblico e fortalecer os já existentes;
- Celebração da Eucaristia nas Escolas, Calçadão da Juventude, Hospitais, etc.

2. - Estudos Bíblicos nas pastorais, objetivando que este estudo chegue a todos os fiéis;
- Formação dos Conselhos de Comunidade para melhor desempenho na caminhada e concretização dos trabalhos;
- Cultivar a visita missionária do dízimo com mais participação e desempenho;
- Grupos Bíblicos (Leitura Orante);
- Terço dos Homens;
- Formação de catequistas dos Sacramentos;

3. - Criar equipe para preparação e para celebração dos Sacramentos;
- Assumir a catequese dos Sacramentos com coerência, dedicação, compromisso, disposição e responsabilidade;
- Participar das Assembleias Paroquiais;
- Planejamento e Pontualidade.

Ao fim da Assembleia, agradecemos a presença e a dedicação de todos, rezamos e recebemos a bênção final.

Confira as imagens abaixo:

Oração de abertura




Oração de abertura

Oração de abertura



Oração de abertura



Oração de abertura - lembrando a Peregrinação com a Imagem de N. S. das Mercês


Oração de abertura - lembrando a Peregrinação com a Imagem de N. S. das Mercês 














Pastoral da Juventude realiza Encontro Regional de Assessores/as em Campo Grande

 

“Nossa PJ reflorescerá em Mato Grosso do Sul, e como Igreja juntos na peleja, Regional Oeste 1.” (Hino da Ampliada Regional da PJ)
 
Um final de semana caloroso, em Campo Grande, nos dias 7, 8 e 9 de Setembro, realizamos o tão sonhado e esperado: Encontro Regional de Assessores/as. Um sonho concretizado, pois, reunimos participantes de todas as dioceses do Regional Oeste 1.
 
 
 
Mais de 80 participantes, vindos dos quatro cantos do Mato Grosso do Sul, dentre eles: religiosos/as, leigos/as, presbíteros, adultos e jovens maduros na fé, reuniram-se no Instituto Teológico João Paulo II, em Campo Grande, trabalhando a temática “Assessoria e Acompanhamento em Tempo de Mudanças”, com o objetivo de potencializar a assessoria aos grupos de jovens das comunidades eclesiais de Mato Grosso do Sul.
 
 
O tema central do Encontro era “Assessoria e Acompanhamento em Tempo de Mudanças” seguido do lema “Nossa PJ reflorescerá em Mato Grosso do Sul” objetivando potencializar o acompanhamento aos grupos de jovens de todas as comunidades eclesiais de Mato Grosso do Sul. Além de ter formar assessores/as capacitados/as para o acompanhamento juvenil em vista da construção da autonomia e da evangelização juvenil, tendo como horizontes a Jornada Mundial da Juventude no Brasil e a Campanha da Fraternidade.
 
 
 
O Encontro foi assessorado por Marcelo Lemos, da Casa da Juventude Pe. Burnier de Goiânia, que nos ajudou a refletir diversas temáticas, dentre elas a Assessoria e o Acompanhamento, a Vocação e a Organização. Todos os momentos foram pensados a partir da vida da juventude e iluminados a partir dos lugares bíblicos: Emaús, Belém, Nazaré, Jerusalém, Betânia e Samaria.  Contando também com a participação de dom Eduardo Pinheiro, bispo auxiliar de Campo Grande e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil participou no período da manhã do sábado, dia 08 de setembro, saudando os/as participantes do Encontro destacando a importância da formação permanente dos/as assessores.
 
 
 
 
Os rostos dos/as participantes demostravam a grande alegria de ter passado esses dias em comunhão com todas as dioceses que compõem o Regional Oeste 1. Desde muito tempo, é a primeira vez que representantes de todas as dioceses participam de um Encontro sobre a Evangelização da Juventude. Agora começa o grande desafio, primeiro de ampliar esses momentos em todas as Dioceses de Mato Grosso do Sul, depois de continuar realizando momentos de encontro e formação em instância regional. 
Autor/Fonte: Alexsander Arguelo / Walkes Vargas