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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Jacareí - Fórum de Discussão sobre População Que Vive Em Situação de Rua



Jacareí fortalece políticas públicas para População de Rua

A Prefeitura de Jacareí promoveu no dia 1º de setembro o Fórum de Discussão sobre População Que Vive Em Situação de Rua, envolvendo empresários do comércio, secretarias municipais, Câmara Municipal, igrejas e instituições que oferecem algum tipo de ajuda à população de rua, além de moradores de rua. O evento foi aberto também a toda comunidade.

O município fez um mapeamento dessa população e os resultados foram discutidos no evento, que contou com palestra do jornalista Alderon da Costa, da Associação Rede Rua (São Paulo) e Jornal o Trecheiro que aborda rotina da população de rua. A partir de sua própria experiência, Alderon avaliou que “Jacareí está no caminho certo”. Ele ressaltou a complexidade do problema, e a necessidade de consolidar essas ações como políticas públicas.


Mapeamento - O próprio mapeamento da população de rua, realizado em Jacareí, demonstra a dificuldade em identificar o perfil dessas pessoas: das abordagens realizadas entre junho e agosto, foram identificadas 66 pessoas de Jacareí (55 homens e 11 mulheres), e 39 migrantes (37 homens), além de sete pessoas que se recusaram a fornecer quaisquer informações.

A partir dessas abordagens, todas foram encaminhadas aos serviços disponíveis. Crianças e adolescentes foram cadastradas e encaminhadas para o serviço social de referência – o Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).

No trabalho de rotina da Prefeitura, as abordagens às pessoas em situação de rua são realizadas o ano todo, das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira. Pessoas que comprovadamente são de Jacareí, ou migrantes, mas que por diversos motivos estejam morando nas ruas são informadas e encaminhadas para a Casa Transitória Abrigo Santa Terezinha. Na Casa Transitória as pessoas podem fazer a higiene pessoal e pernoitar, recebem alimentação e atendimento social.

A ação teve como objetivo identificar os locais com incidência de adulto ou criança em situação de rua, traçar um perfil dessas pessoas e encaminhá-las para os serviços públicos. Crianças e adolescentes em situação de rua são cadastradas e encaminhadas posteriormente para o serviço social de referência o Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).

No trabalho de rotina da Prefeitura, as abordagens às pessoas em situação de rua são realizadas o ano todo, das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira. Pessoas que comprovadamente são de Jacareí, ou migrantes, mas que por diversos motivos estejam morando nas ruas são informadas e encaminhadas para a Casa Transitória Abrigo Santa Terezinha. Na Casa Transitória as pessoas podem fazer a higiene pessoal e pernoitar, recebem alimentação e atendimento social.

Somente este ano, 11 pessoas que viviam nas ruas de Jacareí voltaram ao convívio da família. Outras cinco conseguiram emprego. Duas, que enfrentavam problemas de dependência química, foram encaminhadas para tratamento. Até agosto, um total de 5.551 pernoites e 26.251 refeições foram oferecidos pelos serviços da Prefeitura a pessoas moradoras de rua. Ainda que possam parecer modestos, os números merecem ser comemorados, principalmente diante das circunstâncias que levaram essas pessoas a viver nas ruas.


Causas e consequências dessa situação, considerando a diversidade de fatores aí incluídos, foram tema de discussões do Fórum de Discussão sobre População de Rua,


A apresentação de alguns resultados positivos dos trabalhos de abordagem à população de rua constou de um mapeamento realizado entre junho e agosto em Jacareí.

Mas o desafio de ampliar esses resultados foi compartilhado pelos presentes no fórum, segundo a secretária de Assistência Social, Vera Lino: “comerciantes e entidades elogiaram o trabalho que vem sendo feito, e demonstraram muito interesse em fortalecer parcerias com a Prefeitura”. Vera avaliou o fórum como “um sucesso”, mas reconhece que ainda há muito a ser feito. “É um trabalho muito complexo, e o poder público não dá conta sozinho. Daí a necessidade de um 'outro olhar', de ampliarmos e fortalecermos uma política pública específica para esse segmento da população”, completa.

O principal objetivo: resgatar os vínculos familiares, sociais e comunitários dessas pessoas.

Como colaborar?
Serviço Especializado em Abordagem Social – rua Dr. Paulo de Oliveira Costa, 51, Centro – Telefones: 3951-6811 e 7811-8291

Atendimento
Centro de Referência Especializado para a População de Rua – rua Rui Barbosa, 551, Centro
Casa Transitória Abrigo Santa Terezinha – av. Lucas Nogueira Garcez, 990, Nova Esperança – tel. 3956-2627
Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) – rua Dr. Pompílio Mercadante, 598, Centro -- tel. 3954-4000

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