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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

“Teologia da Libertação Animal”

Atenção: Está nascendo a “Teologia da Libertação Animal” (1)
Nos anos 1960, a histórica atriz francesa Brigite Bardot, musa de gerações, surpreendeu o mundo – e foi ridicularizada por isso – por defender a vida dos animais. Indistintamente.
Hoje, a mesma linha de defesa da vida dos bichos ganha foros intelectuais:
Podem anotar, pois desponta em meios teológicos católicos identificados como “progressistas” – admiradores ou adeptos da Teologia da Libertação -, uma nova escola de pensamento, o da chamada “Teologia da Libertação Animal”.
Os primeiros passos em língua portuguesa se dão pela produção intelectual de pensadores. Eles começam a pregar em suas cátedras e a divulgar o pensamento dessa corrente por meio de literatura posta em livrarias. Por ora, há poucos livros, e eles ocupam ainda espaços discretos. Mas já podem ser encontrados em lojas das Edições Paulinas (dirigidas pelas freiras paulinas, voltadas à comunicação social). Se bem entendo dos tempos atuais, os dois frades ainda vão dar muito o que falar. A mim, me chama a atenção, mas não me surpreende de todo, que nossos pioneiros da Teologia da Libertação Animal sejam os frades capuchinhos catarinenses, professores universitários em Porto Alegre, Luiz Carlos Suzin, e Gilmar Zampieri.
Eles têm uma certa tradição revolucionária. Agora, expõem o pensamento e a ética da Teologia da Libertação Animal no instigante livro a “A Vida dos Outros” (Paulinas).
E para a surpresa de muitos, recorrem a palavras do papa Francisco contidas na encíclica Laudato Si’ para indicar que não estão “brincando” com o tema, quando assinalam:
“O sofrimento e a morte do animais, seres vivos que nos são dados a conviver nesta terra de Deus, nos levam a pensar nesses dois sentidos: acolher os sofrimentos do seres vivos, dos animais, e portar o socorro da ética e da teologia”.

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