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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Memória : " A Tenda dos Mártires"



Durante os encontros do “Fórum de participação” a V Conferencia , na sala da PO, em são Paulo, a instalação de uma grande tenda, para lembrar não somente os mártires, mas a caminhada da Igreja LA, desde o Concilio, 1965 até os nossos dias, parecia difícil!

Mas, as coisas de Deus são assim; de um broto perdido na terra, nasce uma irrepetivel, colorida flor.

Nos primeiros dias da Conferencia foi para Aparecida, com os amigos da Rede Rua.
E lá estava a beira da Av. Itaguassu, a 15 minutos da Santuário de Nossa Senhora a “ TENDA DOS MARTIRES”, bela, grande, branca, leve e livre!

Todos os dias acompanhando o trabalho dos bispos, padres, religiosos, leigos com orações, cantos, sinais, par que a programação da vida Cristã, no Continente, fosse um avanço no caminho do Reino.

Bela a “tenda” surgia do verde da terra quase sem a tocar! Imagem da igreja do senhor, aberta para acolher os adoradores do Inefável! Pronta a saciar a sede de Deus que tormenta e acompanha os homens de todos os tempos!

Grande... pronta a acolher a grande multidão que ninguém pode contar... vem chegando da grande tribulação... vestem vestes brancas e palmas nas mãos..(Ap. 7,14) para encontrar na Igreja de Cristo dignidade humana e filiação divina! O destino escatológico de sua existência;
Branca “tenda” parecia testemunhar o seu caminho de purificação para ser portadora da presença de Cristo Eucarístico, sinal e meta do amor misericordioso do Ressuscitado na história dos homens.

Enfim, livre e leve, a “tenda” parecia pronta pra sair para onde os homens e as mulheres são impedidos de viver! Livre e leve sem amarra de prestigio, de poder, de saber! Comprometida a construir o Reino de Jesus!

Passei dias pensando, sonhando, acolhendo os Bispos, Padres, religiosos e leigos, participantes da V Conferencia, que visitaram a Tenda dos Mártires e celebravam o eterno Sacrifício do Senhor!

Passei dias felizes com os dedicados amigos da Pastoral Operária, Conceição, Eduardo, Eder, Fernando, Meire! Confortava-nos a presença cotidiana do pe Beozzo e de pe. Benedito Ferraro. Eles nos atualizavam sobre os trabalhos da Conferencia.

Indimenticável foi à convivência com o povo. Eles nos acolheram, hospedaram, confortaram! Com eles fui a Potin a visitar os pavilhões 2 e 3 da penitenciária.

Cristianismo vivido, presente entre os sofredores do nosso tempo! Esta é a grande riqueza das CEBs. O povo vive a sua fé, a transmite com testemunhos de caridade.
“A “TENDA DOS MARTIRES” foi um tempo de GRAÇA”.

Ir. M. Alberta – Orionita

http://tendamartires.blospot.com/



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