sexta-feira, 11 de maio de 2012
A revisão de Lovelock - Aquecimento Global
James Lovelock, o cientista da teoria de Gaia, surpreende mais uma vez. Agora, fazendo uma revisão da mais pavorosa previsão sua a respeito do aquecimento global, afirma textualmente que ele “não está acontecendo na velocidade prevista”. Em outras palavras, a previsão que até o final desse século só haveria seres humanos nas regiões geladas onde hoje estão os pólos, foi refeita.
Em si, a afirmação de Lovelock é um alívio. Afinal, a extinção massiva da vida, inclusive da humana, já não aparece num horizonte tão curto em termos históricos.
Diante dessa revisão logo surgiram as hienas do status quo, afirmando que as previsões das mudanças climáticas estão sendo enterradas. Entretanto, a afirmação do cientista é que elas “estão acontecendo, mas numa velocidade mais lenta que as que ele previa”.
Portanto, não é hora de continuarmos com a emissão de CO2 na quantidade agora emitida, na derrubada das florestas, nas mudanças do Código Florestal, sob o pretexto que as mudanças climáticas são mais lentas que o previsível. Essa é a filosofia das cabeças que se recusam a encarar os fatos.
Os fenômenos extremos estão acontencendo e se agudizando; as geleiras derretendo; a perda dos aquíferos em expansão; a corrosão da biodiversidade em aceleração; a perda de solos agricultáveis ídem. Um simples grau a mais na temperatura média da Terra já ocasiona problemas climáticos, com consequetes tragédias, suficientes para nos precavermos.
Com a revisão de Lovelock, permanecem ainda mais vivas e pertinentes as previsões do IPCC, com o aumento da temperatura média da Terra até o final do século entre dois e quatro graus. Segundo esse bloco de cientistas, o esforço humano deveria ser para tentar conter a mudança da temperatura no limite de dois graus, para que a tragédia não seja fora de qualquer controle.
A boa notícia que vem da revisão de Lovelock é que podemos ter mais chances, talvez um pouco mais de tempo, para evitarmos o pior.
Mais que nunca, ao invés de acelerarmos a depredação, seria hora de aumentar a precaução, com preservação das florestas, a mudança na matriz energética, a diminuição do consumo, o cuidado com os solos e água, assim por diante. Enfim, reinventarmos nossa civilização.
É o que gostaríamos de ver sinalizar a Rio+20, é o que defende a Cúpula dos Povos.
Roberto Malvezzi
15 DE MAIO: Caetité relembra paralisação do transporte de carga radioativa
O dia 15 de maio de 2011 tornou-se um marco histórico em Caetité e região.
Neste dia a população foi às ruas para impedir a entrada de 12 carretas de material nuclear radioativo transportado de Iperó (SP) para a cidade.
Um ano depois, o povo volta a se mobilizar, chamando a atenção para a falta de transparência e responsabilidade das Indústrias Nucleares do Brasil (INB).
O tempo passou, parte do material foi retirado das dependências da empresa, mas as perguntas continuam no ar: Por que a carga de Iperó não foi retirada em sua totalidade? O que será feito com esse material? Será que ficará eternamente em Caetité confirmando a tese de transformar aquela região num grande aterro de lixo nuclear?
CEBs Paroquia N. Sra. da Natividade - Urbano Santos-MA
missão em comunidades rurais da paroquia
Nossa paróquia tem uma grande e bonita
história de fé e missão nesses seus 50 anos.
Com Pe. Xavier e alguns
leigos e leigas de brava fé cristã, deu-se inicio em 18 de novembro de
1969 as chamadas CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), aqui em Urbano
Santos, região maranhense do Baixo Parnaíba onde está localizada a
Diocese de Brejo.
Nossa Paroquia hoje compreenede mais de 70 Comunidades
Eclesiais de Base.
Graças ao empenho missionário de homens e mulheres
que ardorosamente contribuiram em muito para esse crescimento em número e
também em qualidade de nossas Comunidades. cada Comunidade tem uma
coordenação. Com os dirigentes e demais pessoas elas se reuúnem aos
domingos para celebrarem a Palavra de Deus.
Nesta foto celebro missa em umas destas Comunidades,
e estão ao meu lado dois dirigentes do inicio das Comunidades e dois atuais.
Paroquia Nossa Senhora da Natividade - Urbano Santos - MA
Acontecendo nas CEBs Diocese de Jequié-BA
Aconteceu no 06 de maio do no em curso, mas precisamente na Paróquia Maria Auxiliadora, em Jaguaquara-BA, o Encontro Diocesano das CEBs, da Diocese de Jequié/BA com o tema: "...Felizes os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu..." Mt 5,10. O
objetivo do encontro foi animar a caminhada de nossas comunidades e, ao
mesmo tempo, estar em sintonia com a realização do 6º Nordestão das
CEB's que será realizado nos dias 19 a 22 de julho deste ano na cidade e
Diocese de Itabuna/BA, que tem como tema: Justiça e Profecia a serviço da vida no Nordeste. O encontro teve o seu início com a oração inicial Ofício Divino das Comunidades e a recepção das paróquias participantes: Nossa Senhora das Graças, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora Aparecida, Santíssimo
Sacramento, Sagrado Coração de Jesus e Santo Antonio (Catedral) -
Jequié/BA; Nossa Senhora das Graças - Maracás/BA; Bom Jesus -
Cravolândia/BA, Sagrado Coração de Jesus do Km 43 - BR 116 (Distrito de
Stella Câmara Dubois - o famoso Entrocamento de Jaguaquara/BA) e Santo
Antonio - Km 100 - Brejões/BA, além da Paróquia Anfitriã. Estiveram
presentes, religiosas de algumas congregações, como: Servas da Sagrada
Família, Mínimas de Nossa Senhora das Dores, Irmãs da Fraternidade
Diocesana e Santa Catarina Virgem e Mártir. Representando o nosso clero,
o Pe. Ivonei Silva Santos - Assessor do encontro e da RCC (Renovação
Carismática Católica), o Pe. Sidney Marques da Silva - Coordenador
Diocesano de Pastoral, o Frei Rutivalter Brito OFMcap - Pároco Anfitrião
e Pe. Paulo Silva Assessor Diocesano e do Regional Nordeste 3 das
CEB's.
Vista da Igreja e Santuário Maria Auxiliadora
Trem das CEB's
Pe. Ivonei Silva Santos - Assessor do Encontro
Pe. Paulo Silva
Na
oportunidade, o Pe. Ivonei chamou a atenção para a importância do tema
na vida das Comunidades Eclesiais de Base. Elas devem ser proféticas e,
ter como base de sua fé a justiça de Deus, contra a uma sociedade
injusta. Por isso que, o Sermão da Montanha proclamado por Jesus Cristo é
o sinal de que devemos andar na contra-mão da história, resgatando a
dignidade do Povo de Deus, através da profecia, da denúncia, do
testemunho, do martírio e da justiça, sem se esquecer do nosso
compromisso com a Fé e a Vida. Durante o encontro
foram mencionados alguns profetas e profetisas, como: D. Oscar Romero,
D. Helder Pessoa Câmara, Ir. Dorothy Stang e tantos outros.
Sendo filho
gerado na fé pelas Comunidades Eclesiais de Base (Comunidade Pe. Antonio
Molina), Pe. Ivonei lembrou de suas raízes, ou seja, o início de sua
caminhada de fé e despertar vocacional na vida das comunidades e nos
ajudou a aprofundar o verdadeiro sentido das CEB's como Um Jeito de Ser Igreja, Uma Movimentação, enraizada na realidade do chão e não como um movimento eclesial ou como uma pastoral.
À tarde ocorreu
algumas apresentações culturais (o tradicional forró, coreografias e
danças) por parte das paróquias presentes alternadas com a assessoria de
Reges Silva que apresentou o tema da Campanha da Fraternidade 2012 -
Fraternidade e Saúde Pública. O encontro foi encerrado com a Celebração
Eucarística, presidida pelo Pe. Paulo Silva e concelebrada pelo frei
Rutivalter brito OFMcap, que na oportunidade o Pe. Paulo ajudou a
complementar a reflexão do tema com o texto da Videira Verdadeira
(Jo 15,1-8), falando da importância de permanecermos unidos a Cristo
Jesus, porque sem Ele não conseguiremos produzir os bons frutos, ou
seja, sermos os frutos de agradável sabor ao paladar daqueles e daquelas
que ainda necessitam perceber em nós e em nossas comunidades o
testemunho, a sabedoria de Deus, a justiça, a profecia, o amor ao
próximo e prática dos ensinamentos do Mestre e Senhor. E ainda
salientou: E ainda salientou com as palavras do Bom Pastor (Jesus
Cristo): "...sem mim nada podeis fazer...". Jo 15,5.
Fotos do Encontro Diocesano das CEB's
Vista da Igreja e Santuário Maria Auxiliadora
Trem das CEB's
Pe. Ivonei Silva Santos - Assessor do Encontro
Pe. Paulo Silva
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Projetos de iniciativa popular: Por uma constituinte popular permanente
Mobilização em favor da Ficha Limpa mostra caminho: é possível estimular sociedade a lutar por leis que expandem democracia
Enquanto era um simples projeto de iniciativa popular, para o qual eram recolhidas assinaturas de apoio pelo Brasil afora, a atual Lei da Ficha Limpa sofreu muitos e diversificados ataques.
Chegou a ser chamada de autoritária, por fazer um reparo à conquista indiscutível da humanidade que foi a adoção universal do principio anti-barbárie da presunção da inocência.
Mas seus principais opositores encontravam-se justamente entre os que seriam por ela atingidos e que, apoiando-se na infindável possibilidade de recursos aberta pelos nossos códigos processuais, usavam esse principio para assegurar sua impunidade.
E por isso mesmo foi de fato uma surpresa que o projeto superasse a barreira que se erguia contra ele no Congresso, onde se dizia, quando lá chegou com seu milhão e meio de assinaturas, que era mais fácil uma vaca voar do que ele ser aprovado.
Uma vez feito mais esse avanço na vagarosa construção de uma verdadeira democracia no Brasil, chovem loas à nova lei, vindas das mais diversas e às vezes incríveis procedências. Um sólido consenso, apoiado numa significativa proporção de votos no STF, se forma no país em torno da necessidade indiscutível de uma biografia inquestionável para se ter o direito de exercer funções públicas. Ficha Limpa passou a ser um novo e importante conceito da cultura nacional.
E como se todos tivessem de repente descoberto o ovo de Colombo, multiplicam-se, do nível municipal ao nível federal, novas leis estendendo essa obrigatoriedade a todo e qualquer cargo de governo, inclusive os de confiança. Fomos enfim capazes de introduzir algumas barreiras a outros tipos de barbárie, como a de se apropriar insaciavelmente de recursos que são de todos – a corrupção que hoje se escancara em todo o mundo – ou como a de se apoiar no poder conquistado pelo voto para se resguardar de condenações por diferentes tipos de crime.
Mas eu gostaria de analisar outro aspecto da experiência vivida. O processo de conquista da Lei da Ficha Limpa teve outro tipo de efeito, que pode vir a ser ainda mais amplo: o de dar aos cidadãos a consciência de que podem mudar as leis do país em favor da coletividade. Um pequeno artigo da Constituição de 1988, já então chamada de Constituição Cidadã, criou o instrumento da Iniciativa Popular de Lei, pelo qual uma proposta de mudança legislativa pode ser levada ao Congresso desde que um por cento do eleitorado a subscreva.
O primeiro uso desse instrumento – uma proposta de criação de um Fundo Nacional de Habitação Popular – ocorreu cinco anos depois. Mas o projeto correspondente levou 17 anos para se transformar em lei. Com o aprendizado da primeira, uma segunda tentativa, seis anos mais tarde, foi mais bem sucedida. Um projeto que estabelecia que perderiam seu registro os candidatos que comprassem votos – a chamada corrupção eleitoral – foi transformado em lei sete semanas depois. E passados mais dez anos, a proposta da Ficha Limpa veio coroar a efetividade do instrumento, ainda que tivesse exigido oito meses para ser transformada em lei.
E eis que de repente, após o término da novela da Ficha Limpa, surgem por todo o Brasil, do nível federal ao municipal (nos Municípios cuja Lei Orgânica também incorporou o instrumento), projetos de lei de iniciativa popular. Nem tenho informações sobre tudo que está sendo gestado pelo Brasil afora. Mas há muitos grupos de cidadãos e cidadãs, reunidos em associações e entidades da sociedade civil, que estudam projetos visando questões que nossos Parlamentos não enfrentam adequadamente.
A Plataforma pela Reforma do Sistema Político, que congrega 35 entidades nacionais da sociedade civil, lançou um projeto de lei visando a Reforma Política. Todos sabemos que ela é extremamente necessária em nosso país, mas o Congresso sozinho não consegue realizá-la. Há pouco, outro importante problema nacional começou a ser enfrentado também por meio de uma Iniciativa Popular: foi lançado no Amazonas um projeto de lei de Desmatamento Zero, que contesta diretamente a decisão congressual sobre o Código Florestal. Há associações que estão elaborando uma Iniciativa que limita em dois mandatos consecutivos o exercício da representação política – que uma vez transformada em profissão perverte o seu sentido. A proposta de limitar o número de mandatos está sendo inclusive levada ao nível preparatório final da 1ª. Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social.
Há grupos estudando uma iniciativa de lei que interdite as empresas de financiar campanhas eleitorais – o que as leva a dominar em seu favor as decisões congressuais e do próprio Poder Executivo. Retomam-se também velhos sonhos como o da Tarifa Zero no transporte coletivo de São Paulo, ou o da obrigatoriedade de plebiscitos prévios à realização de obras públicas de elevado valor ou significativo impacto ambiental, previstos na Lei Orgânica desse mesmo município. Até um Poder considerado intocável, como o Judiciário, será seguramente um dia surpreendido por propostas populares visando corrigir as distorções que ocorrem em seu funcionamento.
A Constituição exclui do alcance da Iniciativa Popular mudanças constitucionais. Nada impede, porém, que a aspiração popular chegue ao Congresso com milhões de assinaturas e um grupo de parlamentares assuma a iniciativa de propor, apoiado nessa aspiração, um Projeto de Emenda Constitucional – PEC, nos termos da proposta popular. É o caso da iniciativa sobre o número de mandatos, que já prevê a necessidade de uma PEC, e da iniciativa resultante do impacto causado pelo drama de Fukushima, que propõe que a Constituição vede a construção de usinas nucleares em nosso país e determine a interrupção da construção de Angra III e o desmonte de Angra I e Angra II, livrando-nos do pesadelo dos terríveis acidentes com reatores e as gerações futuras da herança diabólica do lixo atômico.
Corremos na verdade o risco da banalização desse instrumento. Até porque que tais empreitadas são gratificantes mas não são fáceis. Nas duas iniciativas bem sucedidas acima citadas – contra a compra de votos e pela Ficha Limpa – levou-se um ano e meio, em cada uma, para se chegar ao 1% do eleitorado. É preciso muita perseverança. E uma vez entregue ao Congresso, a tramitação da proposta tem que ser acompanhada dentro dele pelos seus promotores, passo a passo, para que não fique, como a primeira delas, 17 anos mudando de gaveta. As vacas só voam com muito embalo… E a um período de entusiasmo e multiplicação de propostas podem-se seguir cansaço, desencanto, frustração…
Precisaríamos estar bem conscientes de que só devemos lançar Iniciativas Populares se estivermos organizados e dispostos a ir até o final de um processo difícil e longo.
Nesse quadro, alguns parlamentares já se apressam, quase afoitamente, para mudar a Constituição e facilitar as coisas para o povo. Por exemplo, criando a possibilidade da coleta de assinaturas pela internet, que permite que se chegue mais rapidamente ao mínimo necessário. No caso da Ficha Limpa, no final do seu processo, e já entregue o projeto ao Congresso, mais 400 mil assinaturas obtidas pela Internet foram incorporadas.
Mas essa facilitação reduz a adesão ao trabalho de ler uma proposta e apertar um botão para expressá-la, e anula toda a dimensão educativa do processo de coleta de assinaturas. Essa coleta pode ser demorada mas é também uma pedagogia de exercício da cidadania. As pessoas que buscam assinaturas têm que estar bem cientes do que estão propondo e as pessoas que assinam só o farão se estiverem convencidas. No caso da lei contra a corrupção eleitoral, foi possível criar com essas pessoas, em todo o Brasil, após sua aprovação, os chamados Comitês 9840 (número da lei), que assumiram a função de garantir que fosse realmente aplicada lá onde moravam – e mais tarde foram animadores da coleta para a Ficha Limpa.
Além disso, com a coleta pela internet corre-se com isso o risco de não se ter muita gente disposta ao demorado trabalho de acompanhar e pressionar o Congresso, durante todo o tempo de discussão e decisão sobre o projeto – no caso da Ficha Limpa foram oito meses.
Se o tema de uma proposta for preciso, compreensível, e corresponder a uma efetiva aspiração da sociedade, essa forma de participar do processo legislativo pode ser efetiva, como ficou demonstrado com as leis da compra de votos e da Ficha Limpa. E quanto mais o instrumento da Iniciativa Popular se consolidar no conhecimento dos cidadãos e cidadãs e passar a contar com maior apoio dos meios de comunicação de massa, os prazos podem ser mais curtos e a pressão sobre o Congresso mais forte.
O Senador Pedro Simon, em recente desabafo no Senado, falou de seu desencanto com o Congresso, opinando que somente a pressão da sociedade faria com que ele assumisse plenamente suas funções. Quem sabe o surgimento de um processo constituinte popular permanente possa atender à sua angústia.
Chico Whitaker
24º Encontro Regional de CEBs - Piedade - MG
Aconteceu no último dia 21 de abril o 24° Encontro Regional da CEB’s, tendo como tema “Família, primeira comunidade” e lema “CEBs, educando para a vida”.
Na ocasião do encontro, os formandos da Fraternidade Agostiniana, e
dois da Fraternidade Santa Mônica, deslocaram-se até Piedade das
Gerais/MG, local do evento, para participarem daquele o qual reúne
inúmeros irmãos em Cristo das várias paróquias e comunidades da Região
Episcopal Nossa Senhora Aparecida (RENSA).
Pela manhã, uma
palestra ministrada pelo Pe. Manoel Godoy propiciou refletir sobre a
temática principal do encontro. Após o almoço, os participantes
dividiram-se em grupos menores para um momento de partilha e discussão.
Após o trabalho em grupos, foi exposto em plenária o que havia sido
discutido em cada um dos mesmos.
Encerrou-se a dia
com a Celebração Eucarística presidida pelo Vicário Episcopal da RENSA,
Frei Luiz Antônio Pinheiro, OSA, e concelebrada por outros padres que
estavam presentes no encontro.
Enfim, tal
encontro foi proveitoso e fundamental para conhecermos mais as
comunidades que caminham em busca da construção do reino, da
fraternidade e de um mundo melhor.
Duque de Caxias promove seminário de educação
A
prefeitura de Duque de Caxias, por meio da Secretaria Municipal de
Educação, em parceria com o jornal O Dia, promoveu o seminário ‘O
Dia da Educação em Movimento’.Cerca de 1200 pessoas no
evento, dia 09/05 (quarta-feira), no Teatro Raul Cortez,
localizado na Praça do Pacificador - Centro. Grandes nomes do cenário
educacional estarão presentes e irão ministrar palestras de temas
variados.
Confirmados convidados como Frei Betto, Gabriel Perissé, Bia Bedran e os músicos Fábio Nin e Paulo Sá que, juntos, formam o Duo Alcantilado. O seminário é um presente do jornal O Dia para Duque de Caxias, devido a parceria entre as partes.
“Discutir sobre a educação, ouvindo palestrantes de renome, nos possibilitará aprimorar, ainda mais, a nossa prática pedagógica”, afirma a secretária municipal de Educação, Rachel Barreto.
A abertura do evento feita pela compositora, cantora, atriz e educadora musical Bia Bedran, sobre os ‘Fundamentos da arte narrativa’. Em seguida, o doutor, professor e escritor Gabriel Perissé sobre o tema ‘Quem ensina sempre aprende: O aperfeiçoamento humano como tarefa cotidiana’.
Já na parte da tarde, a reabertura por conta do Duo Alcantilado. O violonista Fábio Nin e o bandolinista Paulo Sá , clássicos do repertório brasileiro instrumental. Após, o escritor, pensador e religioso dominicano brasileiro, Frei Betto, irá ministrar a palestra ‘Educação na Pós Modernidade’. Frei Betto é adepto da Teologia da Libertação e já recebeu vários prêmios por sua atuação em prol dos direitos humanos e a favor dos movimentos populares.
Confirmados convidados como Frei Betto, Gabriel Perissé, Bia Bedran e os músicos Fábio Nin e Paulo Sá que, juntos, formam o Duo Alcantilado. O seminário é um presente do jornal O Dia para Duque de Caxias, devido a parceria entre as partes.
“Discutir sobre a educação, ouvindo palestrantes de renome, nos possibilitará aprimorar, ainda mais, a nossa prática pedagógica”, afirma a secretária municipal de Educação, Rachel Barreto.
A abertura do evento feita pela compositora, cantora, atriz e educadora musical Bia Bedran, sobre os ‘Fundamentos da arte narrativa’. Em seguida, o doutor, professor e escritor Gabriel Perissé sobre o tema ‘Quem ensina sempre aprende: O aperfeiçoamento humano como tarefa cotidiana’.
Já na parte da tarde, a reabertura por conta do Duo Alcantilado. O violonista Fábio Nin e o bandolinista Paulo Sá , clássicos do repertório brasileiro instrumental. Após, o escritor, pensador e religioso dominicano brasileiro, Frei Betto, irá ministrar a palestra ‘Educação na Pós Modernidade’. Frei Betto é adepto da Teologia da Libertação e já recebeu vários prêmios por sua atuação em prol dos direitos humanos e a favor dos movimentos populares.
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