quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
CEBsNoticias: Oração e Hino da Campanha da fraternidade 2014
CEBsNoticias: Oração e Hino da Campanha da fraternidade 2014: Oração da CF 2014 Ó Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo ...
Oração e Hino da Campanha da fraternidade 2014
Oração da CF 2014
Ó Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo e
vos compadeceis dos oprimidos e escravizados.
Fazei
que experimentem a libertação da cruz
e
a ressurreição de Jesus.
Nós vos pedimos pelos que sofrem
o
flagelo do tráfico humano.
Convertei-nos
pela força do vosso Espírito, e
tornai-nos sensíveis às dores destes nossos irmãos.
Comprometidos na superação deste mal,
vivamos como vossos filhos e
filhas,
na
liberdade e na paz.
Por Cristo nosso
Senhor.
Amém!
Hino
da CF 2014
É para a liberdade que Cristo nos libertou, Jesus
libertador!
É
para a liberdade que Cristo nos libertou! (GI 5,1)
1- Deus
não quer ver seus filhos sendo escravizados,
À semelhança e à sua imagem, os
criou. (Cf. Gn 1,27)
Na
cruz de Cristo, foram todos resgatados Pra
liberdade é que Jesus nos libertou! (Gl 5,1)
2- Há
tanta gente que, ao buscar nova alvorada,
Sai
pela estrada a procurar libertação; Mas como é triste ver, ao fim da
caminhada,
Que
foi levada a trabalhar na escravidão!
3- E quantos
chegam a perder a dignidade,
Sua
cidade, a família, o seu valor.
Falta justiça, falta mais
fraternidade
Pra
libertá-Ias para a vida e para o amor!
4- Que
abracemos a certeza da esperança, (Cf. Hb 6,11)
Que
já nos lança, nessa marcha em comunhão.
Pra
novo céu e nova terra da aliança, (Cf. Ap
21, 1)
De
liberdade e vida plena para o irmão ... (Cf Jo 10, 10)
Apresentação da Campanha da Fraternidade 2014
Apresentação
“É para liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1)
A liberdade nos foi doada na cruz de Cristo. Ele nos
libertou e, por isso, concedeu-nos participar da plenitude de sua vida. Na
morte, deu-nos a vida; no sofrimento, conquistou para nós a plena liberdade
dos filhos e filhas de Deus.
O tempo quaresmal, por ser tempo de conversão,
possibilita o caminho da verdadeira liberdade. Os exercícios quaresmais do
jejum, da oração e da esmola nos abrem silenciosamente para o encontro com
Aquele que é a plenitude da vida, com Aquele que é a luz e a vida de toda
pessoa que vem a este mundo (cf. Jo 1,10). Jejum, muito mais do que uma
privação, é esvaziamento, uma expropriação; tentativa de deixar-nos atingir
pela graça da liberdade com que Cristo nos presenteou. O jejum abre o nosso ser
para a receptividade da vida nova, da liberdade. A oração é a exposição de quem
espera ser atingido pela misericórdia d'Aquele que nos amou primeiro e até o
fim (cf. Jo 4,10). A esmola é o amor partilhado; é deixar-se tomar pela
dinâmica da caridade; é sair de si mesmo; é deixar-se tocar pela presença do
outro, especialmente do mais necessitado.
No caminho de conversão quaresmal, a Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil (CNBB) nos apresenta a Campanha da Fraternidade como
itinerário de libertação pessoal, comunitária e social. Tráfico Humano e
Fraternidade é o tema da Campanha para a quaresma em 2014. O lema é inspirado
na carta aos Gálatas: "É para a liberdade que Cristo nos libertou" ( 5,1).
O tráfico humano é o cerceamento da liberdade e o
desprezo da dignidade dos filhos e filhas de Deus. Jesus recorda que o
conhecimento da verdade liberta: "conhecereis a verdade, e a verdade vos
tornará livres" 00 8,32). A verdade liberta, pois traz à luz o sentido da
grandeza, da beleza, da dignidade da pessoa humana. Ser filho, filha de Deus é
a verdade que liberta, torna livres, deixa viver na liberdade! A liberdade
deixa entrever a dignidade única e transparente da pessoa humana. Todos os
laços, amarras que impedem a liberdade desfiguram o homem e a mulher criados à
"imagem e semelhança de Deus" (cf. Gn 1,26). O tráfico humano é um
dos modos atuais da escravidão.
O tráfico
humano de hoje é, certamente, fruto da cultura m que vivemos. A Campanha da
Fraternidade, ao trazer à luz este verdadeiro
drama humano, deseja despertar a sensibilidade de todas as pessoas de boa
vontade. "A cultura do bem-estar, que nos leva a pensar em nós mesmos,
torna-nos insensíveis aos gritos dos outros; faz-nos viver como se fôssemos
bolhas de sabão: são bonitas, mas não são nada, são pura ilusão do fútil, do
provisório. Esta cultura do bem-estar leva à indiferença a respeito dos
outros; antes, leva à globalização da indiferença. Neste mundo da globalização,
caímos na globalização da indiferença. Habituamo-nos ao sofrimento do outro;
não nos diz respeito, não nos interessa, não é responsabilidade nossa!"
(Papa Francisco, Lampedusa, Itália, 8 de julho de 2013)
O tráfico humano viola a grandeza de filhos, destrói a
imagem de Deus, cerceia a liberdade daqueles que foram resgatados por Cristo.
As comunidades, as famílias, as pessoas certamente buscarão superar a globalização
da indiferença em relação ao tráfico humano.
Provavelmente, diante do desespero das pessoas
traficadas, despertaremos para o "padecer com". E, assim, não
seremos tomados pela globalização da indiferença que nos tirou a capacidade de
chorar (cf. Papa Francisco, Lampedusa, Itália, 8 de julho de 2013).
"Peçamos ao Senhor a graça de chorar pela nossa
indiferença, de chorar pela crueldade que há no mundo, em nós, incluindo
aqueles que, no anonimato, tomam decisões socioeconômicas que abrem a estrada a
dramas como este" (Papa Francisco, Lampedusa, Itália, 8 de julho de 2013).
Maria das Dores nos acompanhe no caminho de conversão!
Jesus Cristo crucificado-ressuscitado, que nos libertou do pecado e da morte,
anime nossos passos na participação em sua morte e ressurreição.
A
todos, irmãos e irmãs, famílias e Comunidades, uma abençoada Páscoa!
Brasília, 6 de agosto de 2013. Festa
da Transfiguração do Senhor.
+
Leonardo Ulrich Steiner Bispo
Auxiliar de Brasília Secretário Geral da CNBB
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Comunidades Eclesiais de Base: novos tempos
Resenha sobre o livro de F. OROFINO, S. COUTINHO, S. RODRIGUES (orgs.): CEBs e os desafios do mundo contemporâneo; São Paulo, Paulus: 2012 (ISBN: 978-85-349-3486-2, 237 p.).
Embora tenham sido dadas como espécie em extinção, as comunidades eclesiais de base–CEBs– continuam ativas e sua existência provoca não poucos debates. O livro em apreço resulta de quatro seminários promovidos por Iser-Assessoria e a Comissão para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil –CNBB– em 2011, para a formação da nova geração de assessores e assessoras de CEBs, como indica o pequeno texto da parte IV. Essa contextualização é essencial para bem apreciarmos o valor da obra, uma vez que esta não é uma obra de erudição acadêmica e sim um livro que retrata o conhecimento elaborado a partir da reflexão sobre as práticas em curso nas próprias CEBs. Seu fio condutor é o fato de que muitas pessoas hoje dispostas a ajudar na formação de lideranças das comunidades pouco conhecem de sua história. Recuperar a memória – antiga e recente – para bem entender a realidade atual, é o propósito desse trabalho que é de grande utilidade a quem quer conhecer a realidade atual das CEBs em nosso País.
Ao terminar a leitura do livro redigi esses breves comentários em forma de resenha, mas de fato trata-se antes de uma reflexão pessoal provocada pela leitura do que propriamente uma apresentação do livro e seu conteúdo.
A parte I faz a memória teológica e histórica das CEBs, desde sua inspiração nos documentos do Concílio Ecumênico de 1962-65 e sua primeira formulação no Plano de Pastoral de Conjunto da CNBB (1965) até os encontros intereclesiais e o Documento de Aparecida. Ao traçar as grandes linhas de sua trajetória, os autores (J. Oscar Beozzo, Daniel Higino Menezes, Alfredo Gonçalves e Josenildo Lima) buscaram os elementos mais relevantes para o enfrentamento dos problemas atuais. Destaca-se aí a questão da eclesialidade das CEBs: são elas "um novo jeito de ser Igreja” – como bem definiu a CNBB em documento de 1982 – ou um dentre outros movimentos católicos? Essa questão é hoje crucial numa Igreja católica que ao se reclericalizar relegou seus leigos e leigas a posições subalternas.
Essa questão pode ser abordada a partir da comparação dos parágrafos referentes às CEBs nas duas versões do Documento de Aparecida, de 2008: o texto aprovado na sessão plenária ao final da Conferência e o texto oficial vindo de Roma. Fica claro que o texto original se refere às CEBs a partir da experiência latino-americana e caribenha, enquanto a versão oficial fala delas em teoria como uma possível forma de congregar os católicos sob a direção dos ministros ordenados. É como se a rica história das CEBs em Nossa América não merecesse o reconhecimento teológico da Santa Sé, para a qual só vale o modelo canônico da paróquia sob a autoridade do padre nomeado pelo bispo. Essa questão teológica está longe de ser mero debate sobre a forma mais adequada da Igreja católica nos diversos contextos em que ela se realiza historicamente. Ela tem em seu interior o debate sobre a própria missão da Igreja no mundo contemporâneo.
Esse ponto é bem ilustrado pela análise das inovações sociopolíticas correspondentes às CEBs, feita na parte III do livro. Ivo Lesbaupin, Roberto Malvezzi, Lúcia Ribeiro, Sílvia R. A. Fernandes e Fernando Altmeyer tratam questões muito atuais – como as antigas e novas formas de luta social na região semiárida do Nordeste, as candentes questões de gênero, pluralismo religioso e a nova configuração urbana – dentro do quadro maior da conjuntura socioeconômica mundial. Deixo, porém, de comentar aqui essa parte porque demandaria muito espaço e quero dedicá-lo à questão da identidade eclesial das CEBs.
Quando a Igreja toma as CEBs como seu eixo organizador, seus membros são incentivados a assumir posições políticas em favor de classes ou grupos injustiçados ou socialmente oprimidos, e a buscar mudanças estruturais na economia e na sociedade. Quando, de outro lado, o eixo organizador da Igreja assenta-se na paróquia, seus agentes ocupam-se prioritariamente em trazer mais pessoas para as celebrações. Dito de outra forma, as CEBs propiciam ações pastorais para empoderar grupos sociais subalternos e por isso incomodam os detentores do poder. Já os agentes de pastoral da paróquia só focam a ação na sociedade quando se trata de combater a descriminalização do aborto, o casamento homoafetivo ou outras propostas que ameacem o modelo católico de família. Por isso convém explicitar o transfundo sociopolítico do debate eclesiológico, já que raramente ele vem à tona.
Feita a observação, quero comentar a abordagem feita no livro ao problema eclesiológico hoje em debate: paróquia como "comunidade de comunidades” seria o mesmo que paróquia "de CEBs”?
Qualquer observador atento percebe que não poucas autoridades eclesiásticas prefeririam ver as CEBs extintas e substituídas por "pequenas comunidades” constituídas a partir de uma afinidade religiosa. Sua diversidade favorece a adesão dos mais diferentes grupos sociais, cada qual com um interesse religioso particular. Desde que não interfira nas atividades de outros grupos nem contrarie a autoridade do pároco ou vigário, a "pequena comunidade” encaixa-se facilmente na estrutura paroquial. A resiliência da paróquia reside justamente em sua capacidade de possibilitar a convivência pacífica de diferentes grupos, cada qual voltado para um interesse religioso específico: pode ser a oração carismática, a devoção mariana, a adoração do Santíssimo, a visita aos enfermos, a assistência aos pobres, a recuperação de usuários de drogas... mas podem ser também CEBs, pastorais de juventude, operária ou de mulheres. Se cada grupo limitar-se a fazer seu apostolado sem interferir nos demais nem querer dar a linha pastoral à paróquia, esta, como um coração de mãe, acolhe a todos. Em contraste a esse relativismo pastoral da paróquia, as CEBs têm um projeto pastoral para a Igreja e o mundo, e por isso constituem um novo jeito de ser Igreja.
Na parte II Sérgio R. Coutinho, Solange S. Rodrigues e Mercedes Budallés refletem sobre essa proposta pastoral das CEBs, tendo como pano de fundo a expressão hoje corrente de "pequenas comunidades”. Essa expressão englobaria as CEBs, as "novas comunidades”oriundas de movimentos carismáticos, as antigas capelas e os variados grupos que se constituem no interior da Igreja. Esse conjunto de "comunidades”formaria a paróquia como "comunidade de comunidades”. À primeira vista essa novidade pode parecer apenas formal, mas a análise atenta revela uma estratégia que desqualifica as CEBs como novo jeito de ser Igreja e que propicia sua absorção pelo modelo eclesiológico advindo do concílio de Trento. No plano estrutural, trata-se de optar entre dois modelos de Igreja: o que é baseado na separação entre ministros ordenados e os leigos e leigas, e o de uma Igreja toda ministerial e missionária em diálogo com o mundo. Porque a CEB é a base eclesial desse modelo de Igreja advindo do Vaticano II – tanto quanto a paróquia o é para o modelo tridentino – há uma tensão estrutural entre CEB e Paróquia: se a CEB é base, a Paróquia é apenas uma instância facilitadora de serviços (litúrgicos, catequéticos, administrativos, articulação etc.); mas se a base é a Paróquia, a CEB nada mais é do que uma subdivisão interna, como são as antigas capelas. Em outras palavras, reduzir a CEB a uma "pequena comunidade” entre outras, é condição necessária para sua inserção na institucionalidade estabelecida pelo direito canônico e na qual ela não é mais do que uma das muitas unidades facilitadoras da pastoral paroquial.
Aqui, em meu entender, reside o principal ponto de tensão entre a eclesiologia das CEBs e a eclesiologia orientadora do direito canônico – instrumento por excelência de controle hierárquico. A tomar-se como orientação o espírito pastoral do Concílio Vaticano II, as CEBs têm pela frente um amplo campo de ação, a partir de suas bases leigas–animadoras e animadores de comunidades– em comunhão com seus pastores. Já a orientação canônica parte da autoridade eclesiástica local –bispo e pároco–independentemente de eles estarem ou não em comunhão com as bases leigas.
Nos casos –e felizmente eles são muitos– de bispos e párocos que abrem mão da autoridade que o direito canônico lhes confere para basearem sua autoridade na relação de comunhão, as CEBs se desenvolvem e se firmam. Não quero com isso dizer que não encontrem dificuldades pastorais, mas estas são externas à estrutura eclesiástica. Mas nos casos em que o direito canônico é a norma, as CEBs só conseguem existir na medida em que abrem espaço nos interstícios possibilitados por ele.
Um exemplo é a celebração dominical sem missa. Para que muitas pessoas não fiquem sem cumprir o preceito dominical, é usual a celebração dominical com duas partes: a da Palavra e a da Eucaristia.
É claro que não se trata da celebração da missa, que requer a presidência do sacerdote devido a seu caráter sacrificial – como bem lembra o Missal Romano. Aparentemente, porém, para a grande maioria de quem participa, essa celebração dominical equivale à celebração da missa: tanto numa quanto noutra os e as fiéis, ao comungarem, recebem o mesmo Cristo que se faz presente na hóstia anteriormente consagrada. Concluindo, lembro que estas são considerações feitas a partir da leitura dialogante do livro – que certamente dará ensejo a muitas outras leituras, algumas bem diferentes desta – e não um resumo das teses ali defendidas. Nesses tempos de novo pontificado em Roma, há a esperança de (invertendo a clássica expressão de J. B. Libânio) um "retorno à grande abertura”operada pelo Concílio Ecumênico de 1962-65. Neste caso, o novo jeito de ser Igreja ensaiado pelas CEBs na primavera eclesial que se seguiu àquele grande evento poderá enfim desabrochar e dar frutos para o mundo – porque nosso País está precisando muito de quem leve a sério a evangélica opção preferencial pelos pobres aplicada à economia, à política e à cultura.
Juiz de Fora, 24 de maio de 2013.
Fonte: Adital
CEBs Diocese de Jequié
CEBs DIOCESANA EM AUDIÊNCIA COM O BISPO
Aconteceu no dia 07 de junh (sexta-feira), às 09h :00min, na Cúria Diocesana de Jequié-BA a Audiência das CEBs Diocesana com o Bispo Dom Frei José Ruy Gonçalves Lopes OFMCap. Na oportunidade, o bispo diocesano expressou a sua imensa acolhida às CEBs.
Estiveram presentes: Pe. Paulo Silva (assessor das CEBs na Diocese e no Regional Nordeste 3 BA/SE), Ir. Rosa Maria (coordenadora), Marilene Teixeira (Secretária), João Silva (tesoureiro), Neilson Rocha (vice-tesoureiro), Maria Aparecida e Maria Angélica Souza.
Esta audiência teve como objetivo: apresentar a coordenação geral, apresentar o relatório da assembleia diocesana das comunidades do ano de 2012; apresentar o relatório do encontrão acontecido este ano no KM 100; os balancetes das despesas e eventos feitos pelas comunidades como também os nomes dos delegados que irão participar do XIII Intereclesial das Comunidades, assim como as despesas necessárias para o Intereclesial.
Ir. Rosa iniciou falando sobre o surgimento das CEBs em plena efervescência e de forma especial quando foi aqui foi instaurada a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças, incentivada por Pe. Jesus Villacé de Castro, por volta de 1973, quando também se tinha um grupo de legionárias (Legião de Maria) que visitavam doentes e rezavam nas casas. Dom Frei José Ruy procurou saber como está a caminhada das Comunidades nos dias atuais, Ir. Rosa relatou que estão caminhando, mas que algumas paróquias se tornam resistentes; no zonal centro só sete paróquias caminham com a coordenação, mas enfatizou que algumas paróquias apesar de estarem distantes estão presentes na coordenação, a exemplo das cidades de Maracás, KM 100 e Jaguaquara.
Dom Frei José Ruy salientou que é preciso ter espírito de solidariedade e que a quantidade pouco importa, o que é importante é o empenho. Ele acrescentou que a missão do leigo é no mundo, atuando. Foi apresentado ao Bispo as despesas das CEBs, com o Regional no qual é enviado todo a quantia referente a um salário mínimo, bem como as despesas da ampliada, foi-lhe entregue um relatório de tudo que as CEBs arrecadou e gastou durante o ano de 2012 e do 1º semestre de 2013. Colocamos também a necessidade de caminharmos, com a Igreja Particular, sobretudo com o apoio de nosso bispo o qual se mostrou muito satisfeito e atento aos nossos trabalhos, a ele incluímos Dom Cristiano que muito apoiou as comunidades e deixou que os nossos trabalhos caminhassem fluentemente.
Encerramos este encontro, com uma Ave- Maria aquela que sempre vem intercedendo a Deus por toda a nossa Igreja, Maria nossa Mãe Santíssima e com um caloroso abraço dado a todos por nosso bispo Dom José Ruy.
Papa Francisco e as CEBs
Regional Noroeste realiza encontrão das CEBs
Nos dias 31 de maio a 2 de junho, a cidade de Porto Velho (RO) reuniu 160 lideranças das CEBs do Regional Noroeste da CNBB, em preparação para o 13º intereclesial, que será realizado em Juazeiro do Norte (CE) nos dias 7 a 11 de janeiro de 2014. O encontro teve assessoria do padre Vileci Vidal e a presença do cardeal Claudio Hummes, presidente da Comissão Especial para a Amazônia.
Encorajados pelo documento de estudos 104 da CNBB, “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”, os participantes partilharam suas experiências vividas na igreja da Amazônia, nas cidades, no interior, entre os ribeirinhos, os indígenas e as populações tradicionais. O cardeal Cláudio Hummes afirmou que estava ali para “aprender e ouvir, antes de opinar e orientar”.
Presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia visita Rondônia
Dom Cláudio Hummes em visita ao Estado de Rondônia
O presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia (CEA), Dom Cláudio Hummes, em visita a três dioceses do Estado de Rondônia, cumpriu uma vasta agenda de compromissos. Além de presidir inúmeras celebrações, o bispo esteve reunido com distintas comunidades, reuniu-se com lideranças, seminaristas, e outros grupos. O bispo também ministrou palestras em universidades.
Em Porto Velho, o bispo participou do encontro dos delegados ao 13º intereclesial. Na oportunidade, o bispo pode conhecer melhor a realidade vivenciada pelas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), em cada uma das sete dioceses do Regional Noroeste, além de participar do Conselho de Pastoral da Região Porto Velho (RO).
Dom Cláudio afirmou que “as comunidades eclesiais necessitam de lideranças (ministros ordenados ou não) que sejam presença constante e não esporádica. Sendo presença constante, podem cuidar melhor das comunidades com as famílias, grupos, pastorais, dinamizando e defendendo”.
Reunindo lideranças das paróquias das cidades de Porto Velho, Candeias do Jamari e Itapuã d’Oeste e da Área Missionária alto Rio Madeira, fez avaliação da romaria do Trabalhador, das festas de Pentecostes, Nossa Senhora Auxiliadora (Padroeira de Porto Velho) e Corpo de Cristo e da primeira Vigília de Pentecostes que reuniu perto de 2 mil jovens.
O cardeal ministrou palestra na Faculdade Católica e foi ao encontro de Dom Moacyr Grechi e de Dom Antonio Possamai. Dom Cláudio também dedicou tempo especial para os seminaristas maiores; para os mais de 30 padres que se reuniram no dia 03 de junho, para comemorar a semana de oração pela santificação do Clero.
Nesses dias, Dom Cláudio destacou a importância da evangelização como um processo que pede uma Igreja missionária que forma missionários leigos, de vida consagrada e ministros Ordenados. “Todo cristão precisa ser missionário e sobretudo o padre para que possa, com espírito missionário, guiar um povo missionário”.
Dom Cláudio Hummes ainda presidiu celebrações na capela de Santo Antônio que no dia 13 de junho, celebra o seu centenário, sendo a Igreja mais antiga de Porto Velho. O bispo incentivou a oração pelas vocações devido ao fato de haver poucos os padres diocesanos nascidos em Rondônia (em Porto Velho, são somente 02 e em Guajará-mirim 03). Lembrou a importância de todos, diocesanos e religiosos, trabalharem por um bom clero diocesano.
Em Porto Velho, o bispo participou do encontro dos delegados ao 13º intereclesial. Na oportunidade, o bispo pode conhecer melhor a realidade vivenciada pelas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), em cada uma das sete dioceses do Regional Noroeste, além de participar do Conselho de Pastoral da Região Porto Velho (RO).
Dom Cláudio afirmou que “as comunidades eclesiais necessitam de lideranças (ministros ordenados ou não) que sejam presença constante e não esporádica. Sendo presença constante, podem cuidar melhor das comunidades com as famílias, grupos, pastorais, dinamizando e defendendo”.
Reunindo lideranças das paróquias das cidades de Porto Velho, Candeias do Jamari e Itapuã d’Oeste e da Área Missionária alto Rio Madeira, fez avaliação da romaria do Trabalhador, das festas de Pentecostes, Nossa Senhora Auxiliadora (Padroeira de Porto Velho) e Corpo de Cristo e da primeira Vigília de Pentecostes que reuniu perto de 2 mil jovens.
O cardeal ministrou palestra na Faculdade Católica e foi ao encontro de Dom Moacyr Grechi e de Dom Antonio Possamai. Dom Cláudio também dedicou tempo especial para os seminaristas maiores; para os mais de 30 padres que se reuniram no dia 03 de junho, para comemorar a semana de oração pela santificação do Clero.
Nesses dias, Dom Cláudio destacou a importância da evangelização como um processo que pede uma Igreja missionária que forma missionários leigos, de vida consagrada e ministros Ordenados. “Todo cristão precisa ser missionário e sobretudo o padre para que possa, com espírito missionário, guiar um povo missionário”.
Dom Cláudio Hummes ainda presidiu celebrações na capela de Santo Antônio que no dia 13 de junho, celebra o seu centenário, sendo a Igreja mais antiga de Porto Velho. O bispo incentivou a oração pelas vocações devido ao fato de haver poucos os padres diocesanos nascidos em Rondônia (em Porto Velho, são somente 02 e em Guajará-mirim 03). Lembrou a importância de todos, diocesanos e religiosos, trabalharem por um bom clero diocesano.
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