quinta-feira, 24 de maio de 2012

XII Romaria Estadual das CEBs Sul 1 - São Paulo


Maria e José se colocaram a caminho...   

As CEBs do Estado São Paulo, do Regional Sul I da CNBB, se colocaram a caminho, para estar na Casa da Mãe, domingo, 20/05, em Defesa da Saúde Pública e dos pequenos e indefesos.   Na Basílica Velha, desde madrugada foram chegando animadores e animadores das CEBs de todos os cantos do Estado de São Paulo. Era o animado povo das CEBs, em sua XII Romaria Estadual, com o tema, CEBs na Casa de Maria em defesa da Saúde Pública, levando à casa da mãe Aparecida muitos gritos de nosso sofrido povo e reinvindicações ao governo: o Estado precisa investir na medicina preventiva, muito mais do que investe hoje, o Estado precisa investir muito mais na medicina curativa, o Estado precisa humanizar o atendimento, pois a implementação da Política Pública de Saúde é um dever do Estado e um direito do povo.  Após a chegada, a acolhida, aconteceu oração inicial conduzida pelo sub Aparecida, preparando todos e todas para caminhada da Basílica Velha até o Santuário Nacional
.                                                         
Maria quem anuncia em meio à escravidão, que o Messias está com os que mais sofriam na época; Mãe Negra Aparecida, é sinal do Cristo Negro, espancado, flagelado, perseguido. Muitas das promessas feitas a Senhora Aparecida estão relacionadas a problemas de saúde, e em nossa caminhada ao Santuário Nacional, aconteceram reflexões sobre a Saúde Publica: SUS- Sistema único de Saúde é a prestação de serviço a todo(a) cidadão(ã) brasileiro(a), estrangeiro(a) residente no país, em transito ou turismo, pois cada coisa que compramos tem lá sua parcela de imposto para a saúde; o Estado tem o dever e obrigação de oferecer saúde com dignidade e qualidade para todo ser humano.  Se a saúde não está como deve ser é por má administração.  Verba existe, a arrecadação é maior a cada ano, os problemas estão nos desvios e na má administração dessa verba; a cruz da saúde pública é uma imposição cruel, são meses para agendar uma consulta, são meses esperando exames, são meses para conseguir remédio. Isso leva o setor privado, o capital, a buscar  explorar essas lacunas.

Cada batizado traz luz, força e coragem do Espirito Espírito Santo! A história, a vida e os ensinamentos e principalmente a Luz, levam as CEBs em defesa da Saúde Pública, em favor da saúde e da vida de nosso povo, a clamar a todos que se manifestem em favor da vida, que participem dos Conselhos de Saúde em suas cidades, das Conferências Municipais de Saúde,  que se façam presentes no Conselho Gestor, nas UBS Unidades Básicas de Saúde, dos Postos de Saúde; que visitem os hospitais, os prontos socorros, que anunciem e denunciem e que, assumam carinhosamente a Pastoral da Saúde em suas comunidades.

Colegiada Estadual das CEBs Sul 1

terça-feira, 22 de maio de 2012

As Comunidades Eclesiais de Base, CEBs, na Diocese de Franca


Por Walter Antônio Marques Lelis (Waltinho) e
Sônia Regina Belato de Freitas Lelis CEB-DES)

            Ficou estabelecido já na 1ª Assembléia Diocesana, realizada nos dias 10, 11 e 12 de abril de 1975, confirmado nas duas seguintes, realizadas em 1980 e 1983, priorizar o surgimento e o desenvolvimento de Comunidades Eclesiais de Base (CEB) na Diocese de Franca, como processo original de evangelização, para tornar concreto o objetivo aprovado por unanimidade na 21ª Assembléia dos Bispos do Brasil, ou seja, evangelizar o povo brasileiro em processo de transformação sócio-econômica e cultural, a partir da verdade sobre Jesus Cristo, a Igreja e o homem, à luz da opção preferencial pelos pobres, pela libertação integral do homem, numa crescente participação e comunhão, visando à construção de uma sociedade justa e fraterna, anunciando assim o reino definitivo.
            Em sua Carta Pastoral de 1983, D. Diógenes orienta que, seguindo a metodologia proposta em Puebla, Ver-Julgar-Agir, as CEBs são comunidades de fé, culto e vivência da caridade, célula inicial da estruturação eclesial, célula base da grande comunidade, comunidade que torna presente e atuante a missão eclesial, lugar de evangelização e catequese, comunidade pequena e permanente, vivência da realidade da Igreja como família de Deus, comunidades missionárias e ligadas aos apóstolos, expressão do amor preferencial da Igreja pelo povo simples, colaborando para questionar as raízes egoístas e de consumismo da sociedade. Ainda na mesma mensagem, afirma que CEB não é um fato isolado, mas sim um acontecimento sacramental dentro de um processo global de renovação da Igreja, que não bastam as reuniões dinâmicas e organizações, é preciso a força que está por dentro e que vem do Espírito; não é um grupo de contestação, ainda que seu modo de ser questione a mediocridade, o tradicionalismo e a falta de autenticidade; não é uma comunidade “natural” de base; não é simples grupo de oração, companheirismo ou serviço; não é um movimento apostólico ou pastoral, nem uma confraria ou associação pia; não é uma fórmula milagrosa para todos os males da sociedade e da Igreja.
            Contudo, não foram todas as Paróquias que conseguiram, ou não sentiram a necessidade, de se estruturarem em pequenas comunidades. Das Paróquias que compunham a Diocese de Franca, na década de 1970, em pelo menos três delas tentou-se criar uma rede de comunidades: São Judas Tadeu, São Sebastião e Capelinha.
            Na São Judas Tadeu, não há registro de como foi o processo, todavia, os católicos moradores no Jd. Palmeiras, bairro pertencente àquela Paróquia, qualificaram como uma CEB a sua comunidade, cujo orago é N. Sra. Aparecida. 
            Na São Sebastião, os vigários, Pe. Antônio Edson Mormol e Pe. Pedro Cipolini, pensavam, em 1979, em aproveitar o entusiasmo dos casais que fizeram o ECC para começar as CEBs na Paróquia. Ainda no Encontrão realizado no dia 5 de agosto, no sítio dos Zanetti, Pe. Pedro ressaltou a necessidade vital de um prosseguimento voltado para a formação de pequenas comunidades de vivência do evangelho, mostrando que o caminho da Igreja ... eram as CEBs, devendo os movimentos terem a finalidade de despertar para a vida e a formação de CEBs. Após o Encontrão, os vigários se programaram para visitar cada grupo do ECC para explicar o que são as Comunidades Eclesiais de Base, que se pretendia implantar na Paróquia, e também sobre a nova realidade da Igreja após o Vaticano II e Puebla. Esperava-se que cada grupo se transformasse em uma CEB. As visitas aconteceram até o fim do ano. Todavia, o máximo que se conseguiu foi, para o melhor funcionamento e andamento da pastoral na paróquia,dividir a mesma  em 18 setores, contando cada setor  com um casal coordenador, responsável por fazer a ligação do setor com o vigário. Cada setor poderia ser subdividido em áreas ou quarteirões, com um encarregado, a fim de facilitar o trabalho do coordenador do setor. Posteriormente, foram criados mais 7 setores.
            Na Capelinha, já o primeiro pároco, Frei Estevão Montes da Sagrada Família, antes mesmo da criação da Diocese de Franca, manifestou a necessidade de descentralizar as atividades da Paróquia. Para isso estabeleceu inicialmente três “comunidades de base”: Jd. Boa Esperança, Jd.Brasilândia e Jd. Paulista, nas quais se celebrava a Eucaristia. Como nesses bairros não havia local apropriado, era vontade adquirir alguns lotes de terreno para a construção de “salões paroquiais”. No Jd. Brasilândia conseguiu-se a doação de um terreno do casal Justiniano Alves Taveira e Maria Borges Taveira, que “sugeriram o nome de ‘Sagrado Coração de Jesus’ para a futura paróquia”. No Jd. Paulista comprou-se um terreno da Srta. Maria Amélia Ribeiro Monteiro. No Boa Esperança, devido à falta de recursos dos moradores, desistiu-se da idéia.
            O segundo pároco, Frei Carmelo Aroz, tomou posse em agosto de 1969. Foi sucedido pelo Frei José Alberto Fontanella, que ocupou o cargo de fevereiro de 1976 a março de 1978. Nesse período, pouco se conseguiu fazer avançar a proposta de formação de uma rede de comunidades. Somente era atendida a “Capela de S. Roque”, localizada na área rural, uma vez por mês. Tentou-se implantar o CPP e o CAP.
            Assumindo o paroquiato Frei Ivo Bochetti, que serviu até março de 1979, procurou-se tomar as medidas mais urgentes para que fossem solucionados os impedimentos para que saíssem o quanto antes a construção de salões-capelas. Frei Francisco Xavier Hernandes, em Franca desde 1973, foi designado vigário responsável pela periferia da Paróquia, começando uma experiência de catequese e evangelização num barracão no fim da av.Brasil, próximo às Casas Populares. Frei Paulo Zerbinatti foi enviado em missão a “um local denominado Furnas dos Garcia”, onde hoje se encontra a CEB S.Geraldo Magela.
            Com a nomeação de Frei Francisco Xavier Hernandez como Pároco, em 04.03.1979, inicia-se efetivamente a caminhada das CEBs na Capelinha. Logo em sua primeira reunião com as lideranças, coloca entre suas prioridades descentralizar o trabalho paroquial, favorecendo ao máximo a criação de ‘comunidades de base’ nos bairros da periferia e na roça. Efetivaram-se nessa época os Conselhos Paroquiais de Pastoral (CPP) e de Administração (CAP). Nesse ministério, Frei Xavier teve grande influência de Frei Lauro que já tinha grande experiência com CEBs no Espírito Santo.
            Em 1980 havia 5 CEBs constituídas. Todas as cinco tinham seu Salão-Capela, sua coordenação geral e finanças próprias, assim como várias Pastorais: catequética, assistência aos doentes, juventude, família. A maioria dos coordenadores havia passado pelo Cursilho de Cristandade. Estavam em processo de formação as Equipes de Liturgia de cada comunidade, que também possuíam 2 ministros da Eucaristia para presidirem as Celebrações da Palavra e 1 para levar a comunhão aos doentes. Eram realizados trimestralmente encontros dos líderes das CEBs. As CEBs rurais formavam uma “equipe dos seis”, constituída de 2 representantes de cada uma delas. Havia ainda o Grupo de Apoio, formado por representantes de cada uma das CEBs, cuja função era articular as reivindicações sociais das comunidades junto aos poderes públicos estabelecidos. Posteriormente, esse Grupo veio a se transformar no Conselho Geral das Comunidades (CGC). O Encontro de Líderes das CEBs, posteriormente, em 1986, transformou-se em Assembléia das CEBs, realizada semestralmente.
            Tomando posse em dezembro de 1984, o Pároco Frei José Luiz Igea Sainz, encontrou todas CEBs já formadas, ou em formação.
            As CEBs da Capelinha são cuidadas pastoralmente por um Vigário Cooperador, subordinado ao Pároco, que está encarregado de, nas Comunidades, administrar o Batismo, assistir aos matrimônios e dar a bênção nupcial, e presidir as Celebrações Eucarísticas, que se realizam uma vez por mês e nas festas dos padroeiros.
            Em março de 1985 tomou posse como Vigário Cooperador da Capelinha, com a função de dar atendimento às CEBs da Paróquia, Frei Lauro de Carvalho Borges, que junto com Frei José Luiz, promoveu a construção e reforma das dependências físicas de várias delas. O trabalho sempre aconteceu em mutirão, onde Éder Massakasu diz que tem trabalho do povo, para o povo mesmo, para o louvor de Deus. Tem rito, tem jeito de fazer, tem trabalho partilhado, tem tradição, tem jeitinho brasileiro, tem mãos, tem pés, tem disposição para enfrentar o mutirão. O mutirão é oração na ação, é partilha, é ação de graças.
            Até 2010, integravam a Comunidade Paroquial da Capelinha 15 CEBs. Na área urbana localizavam-se 12:
1. CEB SÃO JOSÉ – A partir de agosto de 1968, começou a ser celebrada a Eucaristia em um barracão no Jd. Paulista. No final de 1976, as celebrações se realizavam nas casas de alguns moradores. Em 10.12.1978, inaugurou-se o salão-capela. O seu primeiro conselho se constituiu em 14.01.1979.
2. CEB SÃO LUCAS – Desde agosto de 1969, havia Celebrações Eucarísticas no Jd. Brasilândia, mas somente em 13.01.1980 formou-se o primeiro conselho da comunidade.
3. CEB S. FRANCISCO XAVIER – Localizada no Jd. S. Luiz, está estruturada, oficialmente, desde 03.12.1979.
4. CEB N. SRA. DE FÁTIMA – Desde 1978, os moradores do Jd. Riviera se reuniam em suas casas para rezarem. Com o nome da CEB escolhido, o primeiro conselho foi constituído em 25.07.1981. A partir de então, o povo pode celebrar aos domingos.
5. CEB SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – Oficialmente existe desde 11.12.1984, mas já desde fins de 1983, o povo de Deus no Jd. Paulistano II, começou a se organizar como comunidade.
6. CEB NOSSA SRA. DA PENHA – O povo já se reunia, em grupos de  quarteirão, desde 1983. Organizaram-se, e, em 03.11.1984, constituiram oficialmente a CEB. A capela, doação de um devoto, foi inaugurada em 08.12.1984. Sediada no Jd. do Líbano, sua população estende-se aos bairros Prolongamento da V.Aparecida, Jd. Brasil, e Jd. Centenário.
7. CEB DIVINO ESPÍRITO SANTO - O germe da Comunidade foi um Grupo de Reflexão e Terço que existiu, no Conjunto Habitacional construído no Jd. Éden, em 1979. O Grupo que tinha como padroeira N. Senhora Aparecida, da qual a imagem conservavam em um oratório, foi uma iniciativa de algumas moradoras, lideradas pela Eliana Verzola, a Ana Maria Pinto Buraneli e a Sirlei Aparecida Caçola. As reuniões eram semanais, às quartas-feiras, à tarde, cada semana na casa de uma participante. A partir dos encontros para a Novena do Natal em Família, começaram a organizar espaços para a realização de Celebrações Eucarísticas esporádicas, que se realizavam em casas de moradores e no barracão deixado pela Construtora Balieiro, localizado na esquina das ruas José Flávio de Castro e José Brickmann. Também atuavam na área de assistência social, ajudando famílias carentes e algumas creches da cidade, promoviam o Natal para as crianças e a quadrilha infantil nas festas juninas.
Os moradores que estavam na liderança da Comunidade conseguiram, mais a frente, autorização para utilizarem-se as dependências da EMEI Profª. Celina Ortiz para outras atividades da Igreja além da catequese. E na manhã do dia 7 de setembro de 1986 realizou-se a primeira Celebração da Palavra, já no pátio da “escolinha”. Presidida pelo então Ministro Extraordinário da Eucaristia, Pedro Célio das Neves, o Celinho, foi o marco inicial de transformação do grupo de moradores católicos do Jd. Éden em uma Comunidade Eclesial de Base. Assumiu então o jeito novo de ser Igreja das CEBs. Passou a integrar de fato a rede de CEBs em que estava estruturada a Paróquia da Capelinha. Foi a décima-terceira, depois de São Paulo (Paulistano I), antes de São Francisco de Assis (Panorama). Ficou estabelecido que o povo se reuniria, para a Celebração mensal da Eucaristia, no primeiro domingo do mês. Nos demais, se congregariam para a Celebração da Palavra sob a presidência de um Ministro da Eucaristia. Inicialmente a Santa Reserva era trazida da Matriz. Posteriormente, após a construção da Capela do Santíssimo na CEB N.S.Fátima, lá ficavam as hóstias repartidas entre o Povo de Deus do Jd. Éden. Apesar de certa resistência no começo, o povo passou a aceitar plenamente o valor da Celebração da Palavra. A Igreja sempre venerou as divinas Escrituras da mesma forma como o próprio Corpo do Senhor: ambos alimentam e dirigem toda a vida cristã (CIC - Parte I, Seção I, Capítulo II, Artigo 3).
A escolha do nome do padroeiro, Divino Espírito Santo, foi feita em uma reunião, acontecida ainda em 1986, infelizmente sem uma ata registrada. Contou com a participação, além de outros, da Santinha de Paula Pereira e de seu marido José Roberto Pereira, do José da Cunha Barbosa, do casal D. Ilda Maria de Jesus e Sr. Amercino Francisco Tavares e da D. Maria Aparecida Luppi, esposa do “seo” Zeno, uma pessoa que ajudou a Comunidade em muitas ocasiões. Contudo, há dúvida sobre quem teria sugerido o nome aprovado.
Após o envio de uma convocação por escrito a todos os católicos do bairro, realizou-se uma assembléia na CEB-DES para indicação dos membros que formariam o primeiro Conselho da Comunidade. Era o dia 17 de fevereiro de 1988, quarta-feira de Cinzas.
8. CEB STO. AGOSTINHO – Já desde 1981, o Povo de Deus na V. Aparecida, à direita da av. Brasil, se reunia, em suas casas, para encontros de oração. Com o crescimento da região, surgiu o Jd. Bueno e a CEB foi constituída. Em 1988, puderam fazer uso das instalações da EMEI do bairro, para atividades da comunidade. Em 1990 inauguraram o prédio com a capela do padroeiro e demais dependências.
9. CEB STA. MARTA – Oficialmente, passa a se constituir a partir de 26.01.1985. Teve origem, na decisão dos membros dos grupos de reflexão, existentes no bairro, de se desmembrarem da CEB S. Lucas, a partir de um assembléia realizada em outubro de 1984.
10. CEB SÃO PAULO – Desmembramento da CEB Sagrado Coração de Jesus, localiza-se no Jd. Paulistano I. Está constituída oficialmente desde maio de 1990.
11. CEB SÃO FRANCISCO DE ASSIS – Sua caminhada, teve início a partir de um grupo de moradores católicos do Jd. S. Francisco, que se reuniram para refletir a CF-1993, e que continuaram a se encontrar para rezarem o terço e refletir a Palavra de Deus. Em dezembro do mesmo ano, já instalados os moradores do Conjunto Habitacional do Jd. Panorama, formaram-se outros grupos  para a Novena do Natal. A primeira Celebração, aconteceu, na garagem de uma das residências, no início do ano seguinte. Posteriormente, a comunidade conseguiu autorização para fazer uso do prédio da pré-escola, até conseguir sua própria sede.
12 CEB SÃO MATEUS – Situada no bairro Jd. Palestina, originou-se, a partir da união de quatro das famílias pioneiras a se instalarem no loteamento, em meados de 1993. Logo, a 03 de agosto daquele  mesmo ano, celebraram, pela primeira vez, na garagem da residência de uma delas. Em 1994, já se constituiu o conselho de coordenação. A sede, construída em terreno doado pela loteadora, ficou em condições  de ser utilizada já na quaresma de 1995.
            Na zona rural estavam estabelecidas 3:
13. CEB SÃO ROQUE – A mais antiga das capelas, data de 1941 a sua construção. Localizada na região rural, pertencia, até a criação da Paróquia da Capelinha, à Paróquia de N. Sra. das Graças. Como CEB, se estruturou a partir de março de 1979.
14. CEB SÃO GERALDO MAGELA – A comunidade existe desde 28.10.1976, quando o Povo de Deus da Furna dos Garcia se reuniu para celebrar a Eucaristia em um barracão coberto de capim. Estruturou-se como CEB a partir de 28.10.1982.
15. CEB NOSSA SRA DAS DORES – Havia já de há muito uma capelinha às margens da atual rod. João Traficante, altura do km 9. Abandonada, os restos daquela edificação foram demolidos em julho de 1980. Mas já em 16.08.1981, acontecia no local a primeira Celebração Eucarística, dando início à estruturação da CEB. A capela, cuja obra foi assumida pelo Sr. Antônio Della Torre, foi inaugurada no terceiro domingo de julho de 1983.
            A partir de 2010, com a criação da Área Pastoral do Sagrado Coração de Jesus, passaram para esta jurisdição as CEBs Sagrado Coração de Jesus, Divino Espírito Santo, São Lucas, São Paulo, São Francisco de Assis e São Geraldo.
PALAVRA DE DEUS, VIDA E COMUNIDADE
 são as três colunas que sustentam a luta das CEBs pela construção do Reino de Deus.
Fontes de Pesquisa:
- Livro do Tombo, Atas do CPP e Jornal Aão Pastoral da Paróquia N. Sra. Aparecida (Capelinha) – Franca-SP
- Livro Vila Aparecida – Prof. Chafik Felippe
- Atos do Povo de Deus  do Jd. do Éden, do Prolongamento do Jd. do Éden e do Jd. Palma na Comunidade Eclesial de Base Ceb Divino Espírito Santo 1977–1999 – Walter Antônio Marques Lelis e Sônia Regina Belato de Freitas Lelis
- Livro do Tombo da Paróquia São Sebastião – Franca – SP
- Carta Pastoral de D. Diógenes Silva Matthes – 16.outubro.1983

17º Encontrão das CEBs terá foco em Fé e Política - Belem

As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) realizará no dia 03 de junho, o17º Encontrão das CEBs, na Paróquia de São Jorge, localizada na Passagem Dalva s/n, no bairro Marambaia. 
O Encontrão deste ano discutirá o tema Fé e Política. Segundo a organização do Encontro “Esses eventos têm mostrado o quanto a ação do Espírito Santo de Deus tem nos tornado fortes em nossa organização, participação e ação”.
 “Por isso, é com grande alegria que convidamos todas as Comunidades para participar do 17º Encontrão das CEBs”, conclui a coordenação do evento.
Na ocasião as Comunidades que tiverem trabalhos de geração de renda poderão apresentá-los em exposição e venda.
Segue abaixo a programação na íntegra:
Programação:
08h00min – Chegada e animação;
08h30min – Celebração de abertura – Região Santa Cruz;
09h00min – Exposição do tema;
10h30min – Lanche;
10h50min – Continuação do assunto;
12h30min - Almoço partilhado;                                                        
14h00min – Conclusão do tema;
14h30min – Fila do povo;
15h45min – Preparação para a Celebração Eucarística e
16h00min – Celebração.
Acolhida e Ato Penitencial – Reg. Santa Cruz; Liturgia da Palavra – Reg. São João Batista; Preces – Cada Região faz uma; Ofertório – Reg. Santana e Mª Gorete; Considerações Finais e agradecimento – Equipe local.
Maiores informações:
Arquidiocese de Belém 32157002 ou Jackson de Oliveira – 88320361.

Interdiocesano das CEBs Santa Catarina reúne mais de 4 mil no CEAR

 O Centro de Evangelização Angelino Rosa (CEAR), da Comunidade Divino Oleiro, em Governador Celso Ramos (SC), sediou neste domingo, 20, o III Interdiocesano de Grupos de Reflexão, Famílias e Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

Mais de 4 mil animadores e membros das dioceses de Criciúma, Tubarão e Arquidiocese de Florianópolis participaram do encontro.

A Diocese de Criciúma, na presença de seu bispo, Dom Jacinto Inacio Flach, conduziu a celebração de abertura, apresentando por meio de símbolos o “Ver” do tema “Justiça e Profecia no campo e na cidade”.

Os gritos cultural, socioeconômico, político, ecológico e religioso, baseados nas Diretrizes da Ação Evangelizadora no Brasil (DGAEB), foram apresentados através da rede, da colcha de retalhos, do globo, do título de eleitor, dos slides mostrando problemas ambientais, da maquete de uma casa e da imagem da Sagrada Família.

Olhando para a multidão presente no encontro, o padre Vilson Groh recordou à assembleia as grandes multidões que seguiam Jesus. “Seu Espírito nos revelará grandes coisas no dia de hoje e nos enviará em missão”, disse.

O Interdiocesano contou com a assessoria de Groh e de Sirlei Gaspareto, leiga da Diocese de Chapecó. “Não há como ser cristão sem a profecia e a justiça. O próprio caminho do Evangelho vai nos mostrar isso. A luz da inculturação do Evangelho e a iniciação cristã vem dos grupos de reflexão, que são célula viva da Igreja de Jesus Cristo. A Palavra de Deus vai entrando dentro de nós, e nós, como fermento, vamos transformando o mundo melhor”, disse a assessora.

Conforme Sirlei, através dos GFs, as famílias se conhecem e “o cristão torna-se o cuidado do outro”. Segundo ela, na era da Internet, estarem todos ali, juntos, já é uma profecia.

Sobre a necessidade de justiça e profecia, Sirlei salientou que a humanidade vive uma grande crise de valores. “No lugar de Deus colocaram-se os interesses da ganância humana. Hoje o reino de Deus é trocado pelo consumismo. Não basta ter a Bíblia debaixo dos braços, é preciso fazer aquilo que a Palavra nos propõe”, enfatizou a assessora, afirmando que evangelizar é uma atividade conflitiva, desde o tempo de Jesus, que confrontou doutores da lei e o preconceito de fariseus, por exemplo.

O assessor Pe. Vilson Groh lembrou as cinco urgências das DGAEB e conclamou os cristãos a reconhecerem Jesus no rosto dos irmãos excluídos e sofredores. “Temos que entrar nas estruturas da cidade e se entra a partir dos pobres”.

No final da manhã, as dioceses apresentaram o “Julgar”, priorizando três eixos das DGAEB, através de encenações: O tema de Tubarão foi “Igreja em Estado Permanente de Missão”; Florianópolis, “Igreja lugar de Animação Bíblica” e Criciúma, “Igreja Comunidade de Comunidades”.

À tarde, o enorme grupo retornou com a assessoria de Pe. Vilson Groh, desenvolvendo aspectos para o “Agir”. “Os Grupos de Famílias são o espaço onde se faz a experiência mística e completa da Palavra de Jesus Cristo. São espaço de serviço, de diálogo. Nos enviam à missão de formar comunidade nos prédios, periferias e áreas rurais”.

Em seguida à fala de padre Groh, os fieis acompanharam a leitura da carta enviada pelo bispo referencial das CEBs e GFs na CNBB Regional Sul 4, Dom Augustinho Petry, que falava sobre a importância das pessoas, famílias e comunidades envolvidas na evangelização.

“Quando a gente se encontra, brota de dentro de nós a mais profunda experiência de nossas entranhas, porque a gente tem a segurança em partilhar com o grupo aquilo que Deus opera nas nossas vidas diariamente”, continuou padre Vilson Groh.

“O Espírito Santo está na boca de quem fala e no ouvido de quem ouve. Aqui acontece o ‘engravidamento’ da Palavra e aqui a Palavra nasce”. Para Pe. Vilson Groh, todos os animadores devem dedicar ao menos meia hora de seus dias à leitura orante da Bíblia. Segundo ele, os GFs são espaço de evangelização que acolhem e transformam vidas; porta de reaquecimento de pessoas que esfriaram sua fé. “Temos que ajudar nossas paróquias a serem ‘comunidade de comunidades’”, enfatizou.

No fim da tarde, foi dado espaço aos leigos das dioceses para partilha das realidades, baseada na questão: “Como podemos agir a partir de tudo que se conversou hoje?”. O protagonismo dos grupos na Igreja, a importância da unidade entre pastorais, sacerdotes e grupos em defesa da vida, o exercício de atividades práticas e concretas, além da atuação e presença junto aos rostos sofridos foram alguns dos pontos apontados, entre outras questões.

As propostas foram concluídas pelos assessores e serão encaminhadas para serem trabalhadas nas dioceses.

A próxima grande atividade dos Grupos de Famílias no regional agora será o 11º Encontro Estadual das CEBs, que acontecerá de 07 a 09 de setembro de 2012, na comunidade Monte Serrat, na periferia de Florianópolis.

O III Interdiocesano foi encerrado com a Celebração Eucarística, às 16h, presidida pelo presidente da CNBB Regional Sul 4 e arcebispo metropolitano de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck. A missa foi concelebrada pelo bispo dom Jacinto Inacio Flach e pelo administrador diocesano de Tubarão, Pe. Sérgio Jeremias, entre mais de 20 sacerdotes.

Durante todo o evento, o povo da Diocese de Criciúma usou a cor verde, enquanto Tubarão foi identificado pela cor vermelha e Florianópolis pela cor azul. Organizando o encontro, os grupos contaram com a participação da coordenadora regional dos GFs, Gloria Maria Mazzuco, que também representou a Diocese de Criciúma junto ao coordenador diocesano Noel Dias Fermino.

Arquidiocese de Brasília promove seu 4º Encontro das Comunidades Eclesiais de Base

No dia 19 de maio, em Santa Maria, cidade satélite de Brasília (DF), mais de 200 representantes das Comunidades Eclesiais de Base (CEB’s) da arquidiocese de Brasília se reuniram para partilhar e celebrar a vida e a caminhada, e ainda estudar a temática de como praticar a justiça em um mundo de desigualdades.
Coordenado por um dos assessores da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, da CNBB, padre Nelito Dornelas, o encontro contou ainda com a presença do arcebispo de Brasília, dom Sérgio da Rocha e do secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Leonardo Steiner, que impulsionaram as CEB’s no compromisso libertador com os pobres, sendo um jeito profético de ser Igreja, a luz das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE).
“A justiça se passa pela vivência do Reino, na busca pelo bem comum e na força da comunidade. Uma justiça que emerge como consequência das lutas do povo e que garante para eles mais direitos e dignidade. Irmanados com os movimentos sociais e populares, especificamente com o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), e também com as pastorais da Igreja, voltamos as nossas comunidades reanimados na certeza de sermos Igreja e Povo de Deus”, destacou o padre Nelito Dornelas.
Ao final do encontro foi divulgada uma carta dos participantes do encontro:
Queridos/as companheiros/as de caminhada,
Na luta pelos nossos direitos buscamos a justiça que se encontra no meio do povo!!!  É com esta convicção e animados pela força do Ressuscitado que cerca de 200 representantes voltam para suas comunidades de fé para continuarem a impulsionar a Comunidades Eclesiais de Base.
Viemos de 08 cidades do DF e de seu entorno, unidos/as pela beleza e pelo serviço de sermos Igreja Povo de Deus nesta terra cerradeira em comunhão e sintonia com a Arquidiocese de Brasília. Somos leigos/as, religioso/as, padres e bispos que reafirmam a luz do Vaticano II e das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil o jeito profético e libertador de estar e ser com os pobres, corpo místico e militante da Igreja.
Acolhidos/as pelas CEBs de Santa Maria, na paróquia de São José, fizemos acontecer o 4º Encontrão das CEBs cujo tema foi “como praticar a justiça num mundo de desigualdades”.
Destacamos aqui a presença terna e comprometida do Dom Sérgio e do Dom Leonardo que em nosso meio nos impulsionaram a vivermos nossa fé de maneira inculturada junto dos/as pobres, no serviço da Igreja Libertadora, como CEBs.
Também nos irmanamos com os/as acampados/as do Novo Pinheirinho, na Ceilândia, que com o MTST, nos ajudam a lutar pela vida digna para o povo. Em comunhão com eles/as reafirmamos nosso compromisso de sermos cristãos/ãs, conforme o ensinamento de Jesus  sobre o Reino de Deus, estando junto de quem necessita, para que todos Nele tenham vida e vida em abundância.
Reafirmamos que cremos num outro mundo possível e necessário, com a garantia dos direitos, na busca da justiça, que pautada nas virtudes capitais nos garanta o seguimento fiel ao Nazareno. Uma justiça que se espalha com a força de nossa luta que é consciente, organizada, mobilizadora, reivindicante e que ocupa lugares estratégicos de/no poder, visando a transformação da sociedade.
Na busca do bem viver, almejamos a paz e paz como aprendemos com nossos/as irmãos/ãs indígenas, que se preocupa com o bem de todos/as e de cada um/a, pensando em toda a criação e em todas as gerações.
No embalo da cultura popular e religiosa, nos dispomos a superar as dificuldades, a lutar contra a opressão do poder do capital e apoiarmos os movimentos sociais e populares. Reafirmamos nossa mística e espiritualidade libertadora que nos aproxima dos/as irmãos/as mais necessitados, enxergando neles/as o Povo de Deus.
Assim rechaçamos os 07 pecados capitais da contemporaneidade, citados pelo irmão de caminhada Mathatma Gandi: a riqueza sem trabalho, o prazer sem escrúpulo, o comércio sem ética, a ciência sem humanidade, o conhecimento sem sabedoria, a política sem idealismo e a religião sem sacrifício. Cremos que neste tempo em que viveremos a Rio + 20 e a Cúpula dos povos, nossa contribuição é pensar numa outra sociedade, alicerçada nos ensinamentos do Moreno de Nazaré que nos faça pautar a vida em primeiro lugar.
Com o grito de luta, “criar, criar, o poder popular”  e celebrando a Eucaristia, nos colocamos como irmãos/as numa mesma mesa, partilhando nossas vidas, lutas e sonhos. Alimentados da Palavra e da utopia seguiremos caminhando rumo a Terra Sem Males, a Civilização do Amor.
Na solenidade da Ascensão do Senhor.
CEBs da Arquidiocese de Brasília.

Dom Mauro Morelli – Encontro das CEBs na Paróquia Menino Deus

“COMUNIDADE; VIDA COM SAÚDE”
Aconteceu, no último final de semana do mês de abril, o encontrão diocesano das comunidades. Foram dois dias de muita animação reflexão e partilha de vida. O assessor, Dom Mauro Morelli, foi conduzindo a reflexão, desafiando a todos a assumir com coragem a missão da Igreja.
Os participantes foram divididos em cinco oficinas. A Saúde que vem da Agricultura Familiar foi a primeira. Trataram dos problemas que os agricultores enfrentam: êxodo rural, dificuldades em produzir ecologicamente, separação do lixo, custeio da produção, etc. Viram que é possível ser feliz mesmo morando na roça. Existem muitas alternativas de produção. Dá para produzir sem agrotóxico, cuidando de si e do meio ambiente. Para isso precisam se organizar melhor, conhecer as leis, formar associações para venda de seus produtos nas organizações mantidas pelo estado como; casa de detenção, albergues, escolas, creches e até em condomínios.
Outra oficina tratou da Economia Solidária. Puderam discutir sobre a importância da organização do trabalhador para garantir novos meios de sustentação. A terceira oficina tratou da Saúde que vem da política. Apesar do Sistema Único de Saúde estar longe do ideal, ainda é o melhor entre todos do mundo inteiro, ou seja, é o que mais atende as pessoas gratuitamente. Porém não foi todo colocado em prática. É necessário acompanhar e exigir os direitos da população.
Na quarta oficina tratou da Saúde que vem da Família. Orientada por psicólogas, nutricionista e líderes religiosas e comunitárias, conseguiram partilhar as dificuldades enfrentadas nas famílias; os conflitos com adolescentes, entre casais, etc. A saúde da família vem de uma vivência religiosa sadia. Onde tem princípios, disciplina e valores comuns. Alimentando assim uma boa mística familiar. Por fim, a Saúde que vem da Convivência Comunitária. Um espaço de animação e espiritualidade que faz com que todos os membros possam participar e se sentir em casa. Não apenas um espaço para buscar algo, como se fosse num mercado, mas um lugar que preenche nossos anseios, com liberdade, partilha e organização da vida.
Nestes dois dias foram de muita vida para as comunidades que acolheram os mais de 250 líderes, vindos das diversas Paróquias da diocese. Só nos resta parabenizar a todos os que trabalharam pela acolhida e organização de todo encontro. Um verdadeiro gesto de comunhão. O esforço valeu apena. Assim se faz Igreja. Muito obrigado!
Pe. Adilson Zilio
pmeninodeus@yahoo.com.br

5° Encontro das Pastorais Sociais do Regional Sul 2 – Conquistas, Fragilidades e Perspectivas


A Arquidiocese de Maringá teve a alegria de acolher desde sexta-feira (18/05/2012) os/as representantes das Pastorais Sociais e Organismo do Reginal Sul II que fizeram morada em Maringá no 5° Encontro das Pastorais Sociais do Regional Sul 2. O término foi hoje, por volta das 14 horas. Ficou definido com relaçao a 5ª Semana Social Brasileira que cada Arq/Diocese do Regional Sul II trabalharam nas bases e no ano de 2013, de 16 a 18 de março haverá um encontro Regional encerrando a semana social.
De forma resumida, segue abaixo as conquistas, fragilidades e perspectivas apresentado no 5° Encontro das Pastorais Sociais do Regional Sul 2 (Paraná.
Conquistas: no âmbito da evangelização (pessoa – comunidade – sociedade), dão o rosto que aparece em Puebla – Medellin – Santo Domingo e Aparecida; consiência eclesial; reconhecimento eclesial e pela sociedade dos trabalhos e conquistas das pastorais sociais; passo significatico de estrutura e caminhada; aspecto ecumênico; amparo legal no sentido de se reforçar em termo das Arqui/Dioceses, paroquias e lugares específicos; fazer de pessoas sugeitas da evangelização; documentos elaborados pelas pastorais sociais e organismos.
Fragiliades: reconhecimento e preconceito eclesial, carência de paternidade (defit de respeito, de atenção); relação com o poder público; sustentação financeira para manutenção e administração; articulação enquanto igreja e sociedade (interna e ampla); compromisso do clero; formação de novas lideranças; assessoria.
Perspecitvas: integração – solidariedade – afinidade: no ambito da pessoa – os que mais necessitam; pastoral de conjunto com estilo de vida de ser – o estilo de Jesus de Nazaré (acolhedora – partilha – solidariedade – profetico – fiel ao Reino de Deus); as pastorais e organismos tem que sentarem – conversar – trocar experiência