segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Nossas reuniões na Comunidade

Estão no auge as reuniões, principalmente nas comunidades eclesiais.

Vale a pena dar algumas dicas para que elas sejam frutuosas:

- Nao é preciso dizer que cada reunião deve ter um coordenador.


– Começar sempre a reunião com uma oração e a leitura da Palavra.

– Chegar antes da hora e começar na hora marcada.

– Participar ativamente da reunião: dando opiniões, sugestões, etc.

– Prestar atenção em quem está com a palavra.

– Não ficar conversando, enquanto alguém está lendo ou falando.

– Pedir a palavra quando quer fazer um aparte.

– Nunca falem duas ou mais pessoas ao mesmo tempo.

– Cada qual deve ter liberdade para dar sua opinião.

- Não rir ou caçoar se alguém “der um fora”.

– Não desviar o assunto. Cada assunto na sua hora.

– Não prolongar a reunião além do prazo combinado.

- Abolir expressões como estas: “Isso é problema seu”. “Trate de se virar sozinho”.

- Haja sempre uma conclusão prática sobre o que foi tratado.

– A lei suprema que regula tudo é sempre a caridade.
Lição: Se cumprirmos ao menos a metade dessas normas,
o Espírito de Deus “completará a obra começada”

Homenagem póstuma ao Mons. Waldir Lopes de Castro



Para mim, foi uma graça muito grande conviver com Mons. waldir. Olhando a vida e a história eclesial, vejo que Deus sempre suscitou grandes homens para grandes acontecimentos na Igreja e, assim, é com Mons. Waldir.

Na paróquia, seu trabalho pastoral era bem diversificado, mas demonstrou predileção pela implantação da catequese renovada, pelo apoio às comunidades eclesiais de base e pela consciência prática do dízimo.

Precisaria escrever um livro para contar tudo sobre a minha amizade com o Mons. Waldir e o que ele representa para nossa paróquia de São Manuel, porque ele me acompanhou desde meu ingresso no Seminário São José de Sobral até seu falecimento aos 22 de dezembro de 2001.

Mons. Waldir viveu uma existência marcada pelo amor a Deus e ao próximo.

Hoje, junto do Pai recebe a coroa da justiça, reservada aos que se entregam à construção do Reino de Deus. A Igreja nos ensina que, quando cultuamos um santo, estamos adorando a Deus.

A cooperação dele com a graça de Deus foi muito importante. Portanto, receba de nossa comunidade de São Manuel do Marco nossa homenagem.

Pe. Manuel Rômulo Rocha

domingo, 25 de dezembro de 2011

O Filho da Liberdade foi “prosear no céu”

Manelão (esquerda), Idelma e Zé Valdir
Foto: Evandro Medeiros



No último dia 10, o Manelão foi “prosear no céu”, como escreveu Ricardo Rezende. Morreu de infarto fulminante em seu sítio, às margens do rio Araguaia, lugar tratado por ele como “Santuário Ecológico”, perto de Conceição do Araguaia. Somente agora, dias depois, encontro algumas palavras para uma digna despedida.

Manuel Martins de Almeida, o Manelão, caboclo do Araguaia, filho da liberdade, era músico e poeta popular, militante das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base) e praticante de uma filosofia extraordinária, seu sentido de existência: amálgama da sua história com o povo do Araguaia e uma espiritualidade fundada na integração de todas as formas de vida. Nas palavras de Ricardo Rezende: “um franciscano na vida”.

Conheci Manelão no final da década de 1980, em São Geraldo do Araguaia. Eu, militante da Pastoral da Juventude, e o Manelão numa de suas viagens de animador das comunidades eclesiais de base. Desde então vivenciamos muitos reencontros, sempre com sentido de partilha profunda de vida (identidade). Ele, com sua presença miúda, pés descalços, sorriso aberto, olhar amoroso e abraço largo e demorado. Queria se purificar naquele abraço, dizia ele, me chamando de “Pureza”. Era um ser humano digno do nome no aumentativo: Manelão! Sua vida e suas músicas animaram-me profundamente nas minhas escolhas e trajetória de vida.

Em 1991, recebi de Manelão duas fitas cassetes com músicas populares do Araguaia e de outras “partes do Brasil”. Numa delas, escreveu: “música alternativa (independente) são cantos criados nas diversas partes do Brasil, ainda (graças) não exploradas pela sociedade de consumo e pelo comércio (MCSs). Nessas fitas, uma amostra do que temos de música nesse vasto Brasil. A maioria extraída de um arquivo de quase 200 fitas gravadas”. As duas fitas trago guardadas, bem como os CDs de composições dele, muitas resultantes da parceria histórica com Zé Valdir, também músico-poeta popular do Araguaia.

Segundo nota do Secretariado Dominicano de Justiça e Paz, “Manelão participou, no último final de semana, em Xinguara do Encontro de lavradores das áreas de conflitos da região Sul do Pará, contribuindo muito – de acordo com Aninha – com a espiritualidade da caminhada. Nesse mesmo Encontro ao receber a Agenda Latina Americana de presente, beijou-a e disse: ‘eu estava precisando desse Encontro e dessa Agenda para reforçar a minha opção.”

Manelão era dessa gente do Araguaia: dos tempos de outrora, das “bandeiras verdes”, dos tempos cinzentos do presente e dos tempos da utopia, do futuro chão da liberdade. Cantou o rio Araguaia e a vida do povo do Araguaia. Continuará vivo nas memórias do seu povo.

Na música “Filho da Liberdade” [Manelão - FECAM de Marabá], sua declaração de identidade e nossa memória e saudade dele:

O sol já rompeu no horizonte
Vai cruzando o céu fumacento
Meus pés já vão cruzando os montes
Pisando este chão turbulento

Vou caminhando
Na estrada da felicidade
Os pés descalços
Buscando o chão da liberdade (bis)

Sou filho da terra virgem, Brasil
Na roça eu me criei
Prantos de adulto, sorriso infantil
Nas estradas cultivei
Sou sangue de caboclo varonil
Tantas sementes plantei (bis)

Carrego a viola no ombro
A bagagem é um sonho de amor
Conduzo o livro da verdade
Escrito por nosso senhor

Nas mãos cansadas
Carrego o bastão da certeza
Os pés calejados
Me ensina abraçar a pobreza

Pois vou caminhando
Na estrada da simplicidade
Os pés descalços
Buscando o chão da liberdade.


Idelma Santiago

Originalmente publicado no Opinião, 20-21/12/2011

Diocese de Crato - CE - 13º Intereclesial das CEBs



Fortaleza - Acontecerá de 7 a 11 de janeiro de 2014, na Diocese de Crato –CE, tendo como tema “Justiça e Profecia a serviço da vida” e como lema “CEBs, romeiras do Reino no campo e na cidade”, o 13º Intereclesial das CEBs.

Em preparação ao Intereclesial, a Coordenação estabeleceu a seguinte programação:

2011 – Ano da Sensibilização

2012 – Ano do Aprofundamento

2013 – Ano da Vivência

2014 – Ano da Celebração.

“A Aldeia de Papelão” - Filme

Diretor italiano Ermanno Olmi discute em seu filme a crise de valores e de instituições na Itália atual e a resistência aos imigrantes africanos.

A Aldeia de Papelão, em tradução livre (“Il Villaggio Di Cartone”). Drama. Itália. 2011. 87 minutos. Fotografia: Fabio Olmi. Música: Sofia Gubaidolina. Roteiro: Ermanno Olmi, Claudio Magri, Gianfranco Ravasa. Direção: Ermanno Olmi. Elenco: Michael Lonsdale, Hutger Hauer, Alessandro Haber.

Numa das sequências emblemáticas de Oito e Meio, Cristo passeia de helicóptero por Roma. Na sequência central de A Aldeia de Papelão, Ele é retirado do altar por um guindaste, despejado por falta de fiéis. Cerca de 40 anos, distanciam os dois filmes. No de Fellini, Ele “mantém seus poderes”, no de Olmi “o perdeu”. É “apenas uma imagem”, cuja “simbologia foi esvaziada” pela crise européia e, por que não, pela crise estrutural do capitalismo, engendrada pelo capital financeiro. Mais o filme de Ermanno Olmi (A Árvore dos Tamancos) não é sobre a crise da criatividade de um cineasta, é mais profundo. Aqui é a perda dos valores, do papel da Igreja e da fé diante da miséria de imigrantes desamparados.

A Aldeia de Papelão de Olmi é sobre a Itália de Silvio Berlusconi que, à época de sua exibição no Festival de Veneza deste ano, ainda era o primeiro-ministro. Não é, portanto, uma questão de nomes, mas de projeto da burguesia italiana que certamente não inclui trabalhadores, imigrantes e as forças democratas e de esquerda. Eles, os burgueses italianos, estão incorporados no enigmático Sacristão (Hutger Hauer), encarregado da demolição da igreja por falta de fiéis. Sim, é isto. O filme também trata do papel da Igreja nesta etapa histórica do capitalismo, sob o domínio do capital financeiro. E ela é, hoje, um poder esvaziado, em constante disputa com outras crenças.

Nas primeiras sequências, o Velho Padre (Michel Lonsdale) está sendo despejado de sua paróquia. Nada ali está mais no lugar. O Cristo, sobre o altar, é retirado pelo gigantesco guindaste, numa “queda“ que é também a da Igreja. A fé perde o sentido numa sociedade dominada pelo consumismo, em que tudo, inclusive os valores simbólicos, se transformam em mercadorias. E a própria igreja, como espaço de pregação, tem valor de mercado. O Velho Padre então se apega ao antigo cristianismo para adiar a demolição.

Olmi demarca, assim, o espaço entre a Igreja que se perdeu em seus apoios à burguesia e a governos conservadores, inclusive ditaduras, e a tentativa do Velho Padre para reviver o antigo cristianismo, em sua opção pelos oprimidos. Esta se configura na defesa que faz desse cristianismo, na chegada dos imigrantes africanos à sua igreja. Ao invés de ser uma ameaça; eles irão ajudá-lo a resistir à demolição. É a retomada da Igreja defendida pela Teologia da Libertação, através do engajamento nas transformações político-sociais.

Sociedade italiana está num impasse

O grupo de imigrantes africanos é tão heterogêneo quanto a sociedade de onde veem. Há o cristão, o fundamentalista, a trabalhadora do sexo, o intelectual, os jovens. A relação que estabelece com o Velho Padre é cheia de nuances – um se apóia no outro para validar suas intenções. A dos africanos é se abrigar na igreja, a do Velho Padre evitar que 50 anos de paróquia seja soterrado. A forçá-los a desistir está o Sacristão. Inflexível, como tecnocratas de plantão, ele só enxerga seu objetivo: a desocupação da igreja. Apenas a união do Velho Padre com os imigrantes africanos o impede de fazê-lo.

Seu aliado, o Chefe da Segurança (Alessandro Haber), é cheio de tática. Usa a lei para fazer valer seus intentos. A lei aqui é a salvaguarda da burguesia para impor seus interesses. Para se contrapor à lei, o Velho Padre usa seu direito de proteger os desvalidos. É um embate, cujo desfecho é lapidar. Há toda uma simbologia para isto ocorrer. O uso da pia batismal como bacia para conter a goteira e os bancos dos fiéis como barracas. E a tipificação dos imigrantes africanos como oprimidos, dotados de consciência. “Nossa miséria é que sustenta a riqueza deles (citação não literal)”, diz a Adolescente.

Sua frase embute a radicalidade da exploração colonial européia na África. A miséria em que seus povos foram deixados. A Itália, particularmente, na Etiópia e na Líbia. E além de continuar a exaurir suas riquezas os proíbem de procurar abrigo nos países que os levaram à pobreza e à desesperança. Em particular Itália, França e Espanha, cujas leis contra imigrantes beiram o irracionalismo. Neles enfrentam o racismo, a perseguição, o confinamento ou a deportação pura e simples. No entanto, eles resistem, como a africana que se prostitui para sobreviver, e pulam de país em país em busca de ocupação, de perspectivas, cada vez mais difíceis. Em suma, eles são uma das partes mais visíveis da atual crise do sistema capitalista.

Uma crise não só financeira como também de valores e de instituições, caso da Igreja de “A Aldeia de Papelão”, exibido na VII Semana Venezia Cinema, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. A ponto de Olmi ver a Itália, e não só ela, num impasse: “Ou a gente muda o curso dessa história ou a história muda a gente (citação não literal)”. É uma frase ambígua. Os 99% de excluídos podem ditar o curso da história, desde que tenham um programa para mudar o sistema capitalista. Só apontar o 1% de capitalistas como responsável pela crise não o tira de suas mansões.

Cloves Geraldo

Fonte: O Vermelho


Para um Natal novo e feliz

O próprio termo Natal significa nascimento e, portanto, vida nova. O comércio faz das festas natalinas uma incessante repetição das mesmas músicas, mesmos tipos de ornamentação e até os mesmos artigos de consumo.

Ao contrário, a festacristã do Natal não deve ser apenas a repetição de outros natais que já vivemos e sim celebração de uma nova e atual visita divina à humanidade.

O Natal não é o aniversário do nascimento de Jesus, visto que ninguém sabe o dia exato em queele nasceu.

Os cristãos antigos transformaram a festa do solstício do inverno na festa do nascimento de Jesus para testemunhar que, através de Jesus, o próprioDeus veio assumir nossa história e trazer ao mundo o seu projeto de paz, justiça e amor.

Atualmente, o Natal tomou uma dimensão maior do que a celebração cristã.

Mesmo entre pessoas não religiosas ou de outras tradições, o Natal se tornou ocasião deconfraternização e unidade.

Uma vez, em Caracas, na porta de uma mesquita, v ium cartaz, através do qual os muçulmanos desejavam a todos que passassem por ali um feliz Natal. Nessa época, é comum as famílias se encontrarem. Mesm o irmãos que moram longe uns dos outros viajam à casa dos pais para passar o Natal outra vez juntos. As mães e pais têm alegria de preparar a casa para receber os filhos que nesses dias voltam ao aconchego familiar.

No âmbito da fé, a celebração do Natal tem este mesmo espírito: preparar a casa e o coração para acolhermos o mistério de amor (que as religiões chamam de Deus) e que se oferece ao nosso alcance.

Neste Natal, a casa da humanidade está pouco preparada. Uma grave crise decivilização assola o mundo. Em todos os continentes, a pobreza e a injustiça aumentaram. Nas casas, as pessoas enfeitam salas e armam presépios, mas Jesuscontinua a dizer: “É quando vocês socorrem um pequenino que acolhem a mim” (Mt25, 31 ss).

NaAmérica Latina, há muitos sinais de mudanças. Vários países aprovaram novas constituições políticas. Pela primeira vez na história, os mais pobres estão sendo sujeitos ativos de um processo de transformação social e política que nãose limita a figuras importantes como o presidente da República ou tal chefe político. O processo envolve grupos e comunidades de pessoas pobres, índios, lavradores e gente de periferia urbana. Em vários países, dificilmente isso teria ocorrido se não tivesse sido preparado pela participação de cristãos nos grupos e movimentos sociais.

Apesar de muitos sofrimentos e de contradições inerentes a todo processo deste tipo, para muitos latino-americanos, neste ano,isso significa poder celebrar um Natal novo e renovador.

Muitos se negam a crer em qualquer novidade e outros torcem o nariz procurando defeitos e erros nestes processos sociais e políticos. O profeta João escreveu:”nós somos as pessoas que acreditam no amor” (1 Jo 3). Este Natal vem como uma interpelação para que cada pessoa se reveja e responda: “Como você está de utopia?”

O Natal nos chama para revigorarmos em nós a capacidade de crer, esperar e preparar a realização do projeto divino nesse mundo.

Esta é a proposta deJesus. Quando o evangelho nos diz “a palavra se fez carne” (Jo 1, 14), está nos convidando a sermos cada vez mais humanos, como ele, Jesus. Carlos Drummond deAndrade interpretava isso ao dizer que, no Natal, imaginava o verbo outrar que, precisaria ser inventado na língua portuguesa. No Natal, uma das músicas cantadas pelas comunidades eclesiais de base no Centro-oeste foi composta por um lavrador do Pará. Tem como refrão: “Dentro da noite escura, da terra dura do povo meu, nasce uma luz radiante, no peito errante, já amanheceu”.


Adital

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Brasil premiará trabalhos com foco na sustentabilidade

Inscrições começam no próximo mês e a iniciativa reconhecerá trabalhos desenvolvidos em quatro categorias

Foi lançado no Brasil o Green Project Awards (GPA). Trata-se de uma iniciativa da GCI Portugal, criada em 2008, com o objetivo de reconhecer boas práticas e mobilizar a sociedade civil em torno da agenda da sustentabilidade. A versão brasileira será comandada pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Meio Ambiente.

Voltado a um público variado que inclui jovens, institutos de ensino e pesquisa, ONGs, associações de classe, empresas e representantes da administração pública, o prêmio terá quatro faixas de premiação: iniciativa jovem, pesquisa e desenvolvimento, produto ou serviço e campanha de mobilização. As inscrições começam no dia 16 de janeiro e seguem até 30 de março.

Na categoria pesquisa e desenvolvimento, por exemplo, será avaliado o impacto do projeto nos três componentes da sustentabilidade (ambiental, econômico e social), além da publicação em revistas ou outros títulos com arbitragem científica. A comissão julgadora observará, ainda, a potencialidade da aplicação do projeto e a introdução de práticas para o aumento da eficiência no uso de energia e água.

“Chegou a hora de recompensar a criatividade dos brasileiros na promoção de práticas sustentáveis”, destaca Domingos Naveiro, diretor do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), co-organizador da premiação. “O Green Project Awards chega ao Brasil em um momento decisivo para o tema da sustentabilidade, especialmente com a proximidade da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20”, completa.

Poderão concorrer ao prêmio iniciativas desenvolvidas por jovens de até 24 anos; projetos que já tenham sido tema de dissertação ou publicação científica; produtos ou serviços já concretizados nas áreas de desenvolvimento social, economia, ética e meio-ambiente e, por último, campanhas e ações de sensibilização e informação. Os trabalhos premiados serão selecionados por uma comissão julgadora constituída por especialistas na área, com auditoria sob a responsabilidade da KPMG.

O envolvimento dos jovens é considerado um importante pilar do projeto. “Nossa meta é levar o tema da sustentabilidade a espaços, reais e virtuais, onde os jovens se encontram, além de destacar seus movimentos e iniciativas individuais em prol da sustentabilidade”, explica José Manuel Costa, presidente da GCI, empresa de consultoria portuguesa com maior expertise na criação e implementação de estratégias de engajamento público.

Espera-se que o concurso estimule a discussão produtiva no Brasil sobre temas como o fim da pobreza, biodiversidade ou a inclusão social. Em Portugal, o prêmio já reconheceu 28 casos de sucesso, eleitos entre as mais de 500 candidaturas nos últimos anos. A entrega dos prêmios será realizada no dia 19 de junho, no Rio de Janeiro (RJ), duas semanas após a Rio+20.

Fonte: Responsabilidade Social