sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Encontro de Fé e Politica da Teologia da Libertação no Embu

Neste sábado (29) e domingo (30) será realizado o 8º Encontro Nacional de Fé e Política que bienalmente discute a participação dos cristãos na política, em todos os seus níveis, inclusive internacional.

O encontro que tem como tema geral “Em Busca da Sociedade do Bem-Viver: Sabedoria, Protagonismo e Política”e debaterá 17 temas diversificados. E acontece no Centro de Eventos Caipirão, com a presença do ”ex-padre” Leonardo Boff, Frei Betto, Paulo Vanucchi, Pedro Ribeiro, Nancy Cardoso, Ivone Gebara, José Fillipi, Aldaiza Sposatti, entre outros. Esse é um idealizado pelas Pastorais Sociais e movimentos como a Teologia da Libertação.

Encontro acontece nestes dias 29 e 30 de outubro

A Santa Sé, que rege a Igreja Católica, já fez duras advertências há algumas condutas desse movimento, sobretudo à instrumentalização da política por parte de seus integrantes, muitos hoje, eleitos pelos partidos “de esquerda”, o maior deles, o PT, que hoje talvez não tenha mais esse posicionamento. Podemos observar que a grande maioria dos políticos presentes deverão ser desse partido.

Leia trecho da Instrução sobre alguns aspectos da Teologia da Libertação: “…será oportuno acentuar os aspectos essenciais que as « teologias da libertação » tendem especialmente a desconhecer ou eliminar: transcendência e gratuidade da libertação em Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem; soberania de sua graça; verdadeira natureza dos meios de salvação, e especialmente da Igreja e dos sacramentos”.

Apesar das recomendações da Igreja, sobretudo em relação à preservação da Doutrina Católica, as CEB’s realizaram importante trabalho nas regiões com pouca infraestrutura na capital paulista, e hoje realiza o mesmo nos confins do país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. É preciso considerar figuras como D. Evaristo Arns, Irmã Dorothy Stang, Chico Mendes, entre outros, o que é condenável é que os integrantes das comunidades, quando ascendem ao poder tornem-se ainda piores dos que os políticos considerados por eles como “opressores”.

Leia alguns algumas opiniões a respeito do movimento e de seus integrantes: Frei Betto, Frei Betto2, Leonardo Boff, Teologia da Libertação1, Instrução Sobre Aspectos da Teologia da Libertação (1984 Papa João Paulo II).

Até o momento, o Encontro já possui mais de 2.700 participantes confirmados, sendo esperado 5000 participantes de todo o país (continuando a tendência desde o 1º Encontro realizado em 2000, que contou com mais de 3000 participantes), contando ainda, com a participação de moradores da região.

O 8º Encontro Fé e Política conta com o apoio e organização das Secretarias Municipais de Governo, Educação, Cultura e Turismo de Embu das Artes e contará com a presença do prefeito Chico Brito. As inscrições custam R$ 20,00 por pessoa, ou R$ 50,00 para quem desejar contribuir com o Movimento Fé e Política e podem ser feitas pelo site http://www.fepolitica.org.br/

O Centro de Eventos Caipirão fica na Avenida Elias Yazbek, 2812/2828 – Centro de Embu das Artes-SP.

Marcelo Valladão

OEA convoca reunião entre governo e índios para discutir Usina de Belo Monte

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão das Organizações dos Estados
Americanos (OEA) convocou para ontem, 26/10, em Washington (EUA), uma audiência
fechada para tratar do conflito entre governo brasileiro e comunidades tradicionais, por causa
da construção da Usina de Belo Monte, no Pará.

O governo brasileiro negou-se a enviar representante. O Ministro Edson Lobão, afirmou que “o Brasil é um país soberano e não está sujeito a à intervenção de quem quer que seja”.

A audiência deveria contar com a presença de
lideranças das comunidades atingidas com a obra no município de Altamira (PA), e integrantes
das entidade .

As denúncias de desrespeito aos direitos dos índios foram encaminhadas em
novembro de 2010, por entidades como o Movimento Xingu Vivo Para Sempre, a Coordenação
das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), a Prelazia do Xingu, o Conselho
Indígena Missionário (Cimi), a Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, Justiça
Global e Associação Interamericana para a Defesa do Ambiente (Aida).

Fonte: Agência Brasil e G1

Encontro contra Belo Monte tem início com saudação indígena


Reunidas em Altamira (PA) desde 25 de outubro, cerca de 600 pessoas, sendo em sua grande maioria representantes indígenas do Pará, Tocantins e Maranhão, além de comunidades de pescadores, oleiros, barqueiros e outros, foram recebidas com uma grande saudação feita pelos povos indígenas, com rituais de danças, na abertura do seminário “Territórios, ambiente e desenvolvimento na Amazônia: a luta contra os grandes projetos hidrelétricos na bacia do Xingu”.

Depois da apresentação de todos os participantes, segundo Edmundo Rodrigues, da coordenação nacional da CPT e representante da Pastoral no Seminário, teve início a primeira mesa de debates composta por mais de 10 representantes de várias comunidades indígenas presentes.

Nessa mesa, que era somente deles, cada liderança colocou as dificuldades que encontra em sua região e estado, e todos se colocaram contra a construção de Belo Monte.

Trouxeram a lembrança da construção de outros grandes projetos e seus impactos para os povos tradicionais, como a Hidrelétrica de Estreito, no Tocantins, e a hidrovia Araguaia - Tocantins.

Os participantes do Seminário estão alojados em salões e ginásios cedidos pela Prelazia do Xingu.

O seminário foi proposto por organizações da região afetadas pela Usina, como as colônias de pescadores de Altamira, Porto de Moz, Senador José Porfírio, a Associação de Exportadores de Peixes Ornamentais (Acepoat), Associação dos Pilotos de Voadeira (Apivoal); e convocado pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Movimentos sindicais (Conlutas, Intersindical, Unidos para Lutar e outros), e ONGs, como Fase, Fórum da Amazônia Oriental (Faor), e Unipop, articulados no Comitê Metropolitano Xingu Vivo para Sempre, de Belém; e apoiado pelo Movimento Xingu Vivo Para Sempre.

Fonte: CPT

“Reforma Política: urgente e inadiável”


coletiva_notaOs bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reunidos em sua sede nacional em Brasília desde terça-feira, 25, divulgaram quinta-feira, 27, encerramento da reunião, uma nota intitulada “Reforma Política: urgente e inadiável”.

No texto, os bispos reafirmam a posição da Conferência de que é preciso trabalhar para que a Reforma de fato aconteça no país, porém, destaca que deve ultrapassar uma simples reforma eleitoral para que a nação colha os frutos necessários. “Se feita de forma a ultrapassar os limites de uma simples reforma eleitoral, ela se torna um caminho seguro para coibir a corrupção e sua abominável impunidade que corroem instituições do Estado brasileiro e a vida do povo”, diz um trecho do texto.

Em coletiva de imprensa, a presidência da CNBB, por meio do seu presidente, dom Raymundo Damasceno Assis, reafirmou a posição da entidade expressa no texto. “Não estamos apenas pleiteando uma reforma eleitoral, mas uma reforma que nós consideramos urgente e inadiável e desejamos que a sociedade assuma essa bandeira de exigir e cobrar uma reforma política verdadeira em nosso país”.

Leia texto na íntegra, abaixo:

Nota da CNBB
Reforma Política: urgente e inadiável!


A Reforma Política é uma urgência inadiável em nosso país. Se feita de forma a ultrapassar os limites de uma simples reforma eleitoral, ela se torna um caminho seguro para coibir a corrupção e sua abominável impunidade, que corroem instituições do Estado brasileiro e a vida do povo.

A expectativa de sua efetiva realização, assegurada pela Presidente Dilma Rousseff, em seu discurso de posse, e pelas imediatas iniciativas da Câmara e do Senado de constituírem comissões para esse fim, está se exaurindo diante da lentidão e falta de vontade política com que o Congresso Nacional tem discutido o tema. Por isso, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília, de 25 a 27 de outubro, manifesta perplexidade e indignação, em sintonia com o clamor que vem das recentes marchas contra a corrupção, e conclama a todos a exigirem dos parlamentares efetivo empenho na aprovação de uma reforma política ampla e com participação popular.

A sociedade brasileira não pode ser frustrada neste seu direito. Projetos de leis de iniciativa popular exitosos, como as leis 9.840/1999, contra a corrupção eleitoral, e 135/2010, denominada Ficha Limpa, são a prova do quanto nosso povo quer pôr fim à chaga da corrupção no Brasil. Confiamos que o Supremo Tribunal Federal decidirá pela constitucionalidade desta última a fim de que seja aplicada já nas próximas eleições.

Neste contexto, a CNBB reitera o que disse em seu documento Por uma reforma do Estado com participação popular: “A reforma política de que o país necessita com urgência, não pode se limitar a regras eleitorais, e dentro delas ao funcionamento dos partidos. Ela precisa atingir o âmago da estrutura do poder e a forma de exercê-lo, tendo como critério básico inspirador, a participação popular. Trata-se de reaproximar o poder e colocá-lo ao alcance da influência viável e eficaz da cidadania” (Doc. 91, n. 101).

O momento exige, portanto, a retomada do diálogo entre os atores da sociedade civil e os legisladores, na perspectiva de incorporação de propostas concretas já construídas. Do contrário, o Congresso se omitirá, outorgando ao Judiciário a responsabilidade de decidir sobre questões que cabem, primordialmente, ao Legislativo.

O fortalecimento da democracia direta passa pela regulamentação do artigo 14 da Constituição Federal, que trata dos plebiscitos, referendos e leis de iniciativa popular. Além disso, a reforma política não pode adiar medidas que moralizem o financiamento das campanhas eleitorais, assegurem candidaturas de “Fichas Limpas”, criem mecanismos para revogação de mandatos e garantam a fidelidade partidária.

A CNBB considera indispensável, também, dar novos passos que ampliem a aplicação da Ficha Limpa, de modo a atingir cargos comissionados do Parlamento e outros Poderes da Federação. O Executivo e o Judiciário são corresponsáveis por um Poder Serviço dignamente cidadão.

Movidos pela busca do bem comum e pela fé cristã, que nos faz “esperar contra toda esperança” (Rm 4,18), confiamos que estes apelos sejam ouvidos pelos Parlamentares.

Nossa Senhora Aparecida, Mãe dos brasileiros, inspire nossos dirigentes e nos alcance de seu Filho a vitória que almejamos.

Brasília, 27 de outubro de 2011.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida-SP
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão-MA
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário Geral da CNBB

A guerra que não podemos perder


A única guerra legítima, é a guerra contra o subdesenvolvimento e a miséria", foi o que disse Dom Helder Câmara. Mas se hoje estivesse vivo, infelizmente ele notaria que esta é uma guerra que não temos ganhado, e uma guerra que recebe pouca prioridade no mundo.

Em 1997, a ONU estimou que seriam necessários US$ 80 bilhões por ano para acabar com a pobreza em 10 anos. Tais recursos não foram disponibilizados, apesar de na última década a chamada "Guerra ao Terror" ter consumido aproximadamente US$ 4 trilhões, 50 vezes mais. Nos últimos anos, outra estimativa da ONU chamou a atenção: segundo a FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations), para acabarmos com a fome seriam necessários US$ 30 bilhões por ano aplicados em programas de agricultura. Mais uma vez a comunidade internacional não se sensibilizou, apesar de no mesmo ano em que esta estimativa foi divulgada (2008), os Estados Unidos terem aprovado um pacote de US$ 700 bilhões para o salvamento dos bancos. Estas estimativas não deixam de ser uma evidência sobre as prioridades dos países desenvolvidos.

Felizmente, nos últimos anos, o Brasil seguiu outro caminho. Nosso país tem tido grandes avanços nesta área de combate à pobreza, avanços que são conseqüência principalmente da inclusão via mercado de trabalho e não apenas de programas de assistência, como apontou o Ipea recentemente. Programas de caráter assistencial são importantes, mas não garantem o desenvolvimento.

As causas estruturais da pobreza não estão ligadas apenas ao nível de renda. Para eliminá-la é necessário trabalharmos com a pobreza em todos os seus âmbitos: a pobreza de capacidades, a pobreza política, a pobreza de educação, a pobreza de instituições, a pobreza de serviços etc. O que Amartya Sen, um dos criadores do Índice de Desenvolvimento Humano, definiu como "pobreza multidimensional".

O combate à pobreza deve partir do reconhecimento de que suas causas estão ligadas aos nossos comportamentos, padrões de consumo e produção, e nossas instituições. A pobreza é um legado de nosso passado e um aspecto de nosso presente. Para conquistarmos um futuro onde possamos erradicá-la, devemos compreendê-la como parte do que somos e, com isso, realizar as mudanças necessárias para transformarmos a sociedade.

Os países desenvolvidos estão enfrentando uma grande crise, e assistem passivos sua situação social mudar. Hoje a pobreza estrutural esta novamente presente na Europa e nos Estados Unidos. As soluções econômicas apresentadas parecem ignorar as populações mais vulneráveis, e as conseqüências elas sofrerão com uma nova recessão.

No Brasil a situação está diferente, mas não é por isso que devemos relaxar em nossos esforços. Uma nação que tenha um forte compromisso pela erradicação da pobreza, um compromisso que se reflita em suas práticas e políticas, com certeza será uma nação mais preparada para enfrentar qualquer crise que possa chegar.

A luta contra a pobreza deve ser uma luta diária, constante e tenaz. Apenas com a consciência de que todos nós somos responsáveis pela pobreza é que poderemos alcançar um mundo onde a pobreza esteja realmente erradicada.

Fonte: DIÁRIO DO COMÉRCIO 26/10/2011

5ª Semana Social Brasileira

Tema: Participação da sociedade no processo de democatrização do estado Brasileiro
Lema: Novo Estado, caminho para nova sociedade do bem viver

semanasocial5aNa sessão da parte da tarde de quinta-feira, 27 de outubro, durante os trabalhos finais do Conselho Permanente da CNBB foi solenemente lançada a 5ª. Semana Social Brasileira. Na palavra de abertura, Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o serviço da Caridade, da Justiça e da Paz relembrou que a referência de base para a Semana é a 48a. Assembleia Geral que aprovou o Documento da Conferência a respeito da reforma do Estado para construção de uma “sociedade efetivamente democrática e participativa”.

nelitodornelassemanasocialbrasileiraPe. Nelito Nonato Dornelas, assessor da Comissão 8, fez uma retomada histórica reforçando inúmeras iniciativas semelhantes na história da Igreja do Brasil. Citou um evento similar à Semana Social realizado em 1936 na arquidiocese do Rio de Janeiro e já naquele tempo se verificava que esse tiipo de reflexão já era um passo além do assistencialismo nas ações da Igreja e com vistas a fortalecer o sujeito, o cidadão para que ele próprio seja autor da transformação necessária.

“Estado para que? Estado para quem?” são questões como essas, segundo Pe. Nelito, que devem ajudar a compreender o papel do estado e a necessidade de uma urgente reforma e, desse modo, aprofundar a preparação para a realização da 5ª. Semana Social Brasileira a ser realizada em maio de 2013, sem data precisamente definida. No próximo ano, todo o movimento da Semana será realizado nas dioceses.

Holocausto nunca mais!

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEIB90-_8hLXGMPEiQ_gqpWPCa3KoVZ0QugyJ4HD05Koc2zhrqI1DR3x7_jedAYGHGiGBCEicxbtTyN_rXllW7P0vzD85NYt5JtQkx5wXHfvaJ7Eny2GMz61wycVQ2VRbeW5UQ5coAtlU/s400/holocausto+1%2B%2B%2B.jpg

[holocausto+15.gif]

Quando encontrada as vítimas dos campos de concentração, foi ordenado que fosse feito o maior número possível de fotos, e foi feito com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos

[holocausto+2.jpg]

E o motivo, foi assim explanado:

'Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum momento ao longo da história, algum idiota se vai erguer e dirá que isto nunca aconteceu'.

[holocausto+1.jpg]

Aquele que se esquece do passado está fadado a repeti-lo!

[holocausto+1++++.jpg]

'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'. (Edmund Burke)

[holocausto+5.jpg]

Os “sem luz” querem que se repita essas cenas...

[holocausto+4.jpg]

Relembrando:

Ha poucos dias, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque "ofendia" certa população , que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...

[holocausto+6.jpg]

Este é um presságio assustador sobre o medo que está atingindo o mundo, e o quão facilmente cada país se está deixando levar.

[holocausto+13.jpg]

Estamos há mais de 66 anos do término da Segunda Guerra Mundial.

[holocausto+22.jpg]

É um alerta, em memória dos milhões de seres humanos mortos na e pela segunda guerra mundial...


[holocausto+7.jpg]

que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos à fome e humilhados

[holocausto+8.jpg]

Agora, mais do que nunca, com alguns países, sustentando que o 'Holocausto é um mito', torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

[holocausto+9.jpg]

A intenção é que ele seja visto por 40 milhões de pessoas em todo o mundo...

[holocausto+12.jpg]

Ajude nesta recordação do passado! Divulgue!!!

[holocausto+28.jpg]

[holocausto+16.jpg]

[holocausto+17.jpg]

[holocausto+18.jpg]

Imagens verdadeiras são fortes demais!

[holocausto+20.JPG]

Mas elas são reais e a verdade nunca deve ser escondida, e os inocentes... jamais esquecidos!

[holocausto+21.jpg]

Isso que está vendo foi apenas um pouco do que aconteceu.

[holocausto+27.jpg]

Não podemos arriscar que isso tudo se repita!

[holocausto+25.JPG]

[holocausto+26.jpg]

Ainda não acabamos, tem mais de onde sairam essas...

[holocausto+29.jpg]

[holocausto+30.jpg]

[holocausto+31.JPG]

Pelos planos dos “sem luz”, mais dessas ocorrências deverão se efetuar no futuro.

[holocausto+32.jpg]

Vamois fazer memoria da história!

[holocausto+3.jpg]

[holocausto+11.jpg]

Fonte: email de Rozelia Costa