terça-feira, 19 de abril de 2011

CEBs Sul1 - sub região de Campinas - Americana


Na manhã de sábado 9 de abril, ainda perplexos com a tragédia que assolou o país na quinta-feira (7), a equipe de coordenação de CEBs da Sub Região Campinas reuniram-se na Comunidade São Luiz Gonzaga, cidade de Americana, Diocese de Limeira e quer publicamente declarar solidariedade às famílias do Rio de Janeiro que passam por este momento de dor e perda de seus filhos e filhas.

Participaram conosco jovens das dioceses de Limeira, Piracicaba e São Carlos, membros e representante regional da Pastoral da Juventude.

Para nosso momento de formação, contamos com a presença do irmão e companheiro Carlos Signorelli, que contribuiu com seus conhecimentos e experiências, nos ajudando a refletir sobre a Teologia da Libertação desde os seus primórdios até os dias atuais.

Seguindo a proposta de pauta demos continuidade na preparação do nosso 25º Encontro; participação da sub região na Romaria em Aparecida e o 3º Seminário Estadual de Assessores.

Finalizamos com a Oração do Pai Nosso e agradecimentos a Comunidade que nos acolheu com muito carinho.

Uma mesa para nove bilhões




A urgência de “fazer algo” se intensifica, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde entre 30% e 80% da renda é gasta com comida, o que evidencia a extrema vulnerabilidade aos preços altos. Ali vive a maior parte dos dois bilhões de subnutridos e um bilhão dos famintos de hoje. E também ali a insegurança alimentar é moeda corrente. Os analistas preveem que, até 2050, nessas áreas terão nascido entre dois bilhões e três bilhões de pessoas.

Enquanto a carestia dos alimentos é prioridade na agenda das reuniões anuais de primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, alguns analistas já se perguntam como faremos em 2050 para dar de comer a uma população mundial de 8,9 bilhões. A maioria dessas pessoas vivendo em países em desenvolvimento.

“As pessoas pobres são as que mais sofrem e as que mais podem cair na pobreza devido à alta e à volatilidade dos preços dos alimentos”, disse, no dia 14, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. Somente desde junho, 44 milhões de pessoas já foram empurradas para a pobreza devido à carestia dos alimentos, acrescentou. “Devemos dar prioridade aos alimentos e proteger os pobres e vulneráveis, que gastam a maior parte de seu dinheiro em alimentos”, enfatizou Zoellick.

Embora nesta ocasião tenha apontado a carestia dos alimentos como “a maior ameaça aos pobres em todo o mundo”, a escassez mundial de alimentos ainda não é um problema para a população mundial, que – se espera – deverá superar os sete bilhões de pessoas este ano. Entretanto, vários analistas afirmam que a demanda por alimentos, originada não só por haver mais bocas a alimentar, como também pelo aumento da renda nas economias emergentes, superarão a produção agrícola nas próximas décadas.

“A comida não escasseia no mundo de hoje”, disse Hafez Ghanem, diretor-geral adjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), encarregado do Departamento de Desenvolvimento Econômico e Social. Porém, “a demanda geral está crescendo cerca de 2%, enquanto os rendimentos crescem 1%”, acrescentou.

Com uma projeção para 2050, “quando a população mundial terá aumentando em cerca de dois bilhões de pessoas, o que implica que a demanda de alimentos será 70% maior do que a atual, isto se torna mais problemático e a necessidade de fazer algo agora se torna mais óbvia”, disse Zoellick em um debate organizado na semana passada pelo Carnegie Endowment for International Peace.

A urgência de “fazer algo” se intensifica, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde entre 30% e 80% da renda é gasta com comida, o que evidencia a extrema vulnerabilidade aos preços altos. Ali vive a maior parte dos dois bilhões de subnutridos e um bilhão dos famintos de hoje. E também ali a insegurança alimentar é moeda corrente. Os analistas preveem que, até 2050, nessas áreas terão nascido entre dois bilhões e três bilhões de pessoas.

Ao mesmo tempo, se prevê que muitas economias emergentes, como China e Índia, contarão com um bilhão a mais de habitantes cada uma. Isto multiplicará a demanda de alimentos, segundo os especialistas, porque as famílias mais abastadas tendem a comer mais proteínas, e, inclusive, é necessário alimentar esses animais que depois acabarão em suas mesas.

Atualmente, os especialistas já estimam que cerca de 35% dos grãos do mundo são destinados a alimentar animais. Além disso, a continuada urbanização nas próximas décadas afastará a população do setor agrícola, o que tornará mais complexa a demanda por alimentos. Para satisfazê-la, os analistas consideram que a produção mundial de alimentos precisará duplicar nos próximos 40 anos.

No entanto, há muitos obstáculos no caminho até 2050. Entre eles, a crescente incidência, causada pela mudança climática, de fenômenos meteorológicos que destroem cultivos, a previsão de que haverá menos água para a agricultura devido à maior demanda para beber, a falta de diversidade agrícola em alguns lugares, maior suscetibilidade às pragas que devastam cultivos e uma quantidade limitada de terra arável no mundo, ao lado de uma maior consciência sobre os problemas que representa o desmatamento com fins agrícolas.

Segundo alguns especialistas, também é um fator limitante a existência de políticas governamentais que desestimulam os investimentos na agricultura para o consumo, como as que têm como objetivo a elaboração de biocombustíveis, o que faz com que os cultivos não sejam destinados à alimentação. Outros elementos mencionados são tarifas alfandegárias e subsídios que favorecem a produção das economias avançadas, desestimulando os países em desenvolvimento – que são os mais vulneráveis à insegurança alimentar e à carestia dos alimentos –, a priorizar a agricultura em seus territórios.

Embora não haja soluções rápidas, para impedir uma catástrofe, é preciso voltar a priorizar a agricultura para impulsionar a produção de alimentos, dizem os especialistas. “Investe-se o suficiente, mas os recursos não serão suficientes para alimentar todos no mundo em 2050”, disse Ghanem. Mas os números absolutos do fornecimento alimentar são apenas um aspecto da nutrição da população mundial. Uma preocupação mais grave do que a produção é o consumo: como e que tipo de alimentos serão distribuídos para os futuros nove bilhões de habitantes do mundo.

“Estamos falando do plano mundial. Há certas regiões que não poderão alimentar a si mesmas em 2050, regiões com populações enormes, como Ásia meridional, Oriente Médio e Norte da África”, disse Ghanem. No mesmo debate, Will Martin, pesquisador do Banco Mundial para temas de agricultura e desenvolvimento rural, disse: “Pensar no acesso das pessoas aos alimentos e na qualidade dos alimentos que consomem é mais fundamental do que pensar na quantidade total disponível”. Mesmo agora, tanto as populações com carência como com excesso de alimentos são particularmente preocupantes, com seus efeitos sobre a saúde, como raquitismo e inanição, por um lado, e diabetes e doenças cardíacas, por outro.

Isto somente enfatiza a importância dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, com a esperança de gerar uma “nova revolução verde”, com cultivos fortificados com nutrientes e multiplicação de rendimentos em meados deste século, insistem otimistas especialistas em tecnologia. De todo modo, tão ou mais imperativo é a necessidade de tonar mais igualitária a distribuição dos alimentos, com um comércio que favoreça os pobres e um fortalecimento das redes de segurança social, bem com repensar as práticas de assistência alimentar dos doadores e aumentar seus vínculos Sul-Sul. (Envolverde/IPS)


Fonte: Carta Maior

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A barbárie continua em Jacareí

Olá amigos,

A barbárie continua!!!

Hoje eu fui visitar as famílias abandonadas pelo poder político da cidade de Jacareí pensei em partilhar com vocês a triste situação que presenciei.

Realmente é uma vergonha para a prefeitura de Jacareí, amontoar pessoas como as que estão na escola do Jd. Paraíso e na quadra da Vila Formosa.

Amigos, ao conversar com as pessoas e ver as meninas e meninos, pensei na figura do "servo sofredor" do livro do profeta Isaias, pois eles também estão desfigurados nos seus direitos.

As crianças estão sem escola, sem lazer, e certamente sem esperança de dias melhores. Falei com varias pessoas e vi muitas crianças abandonadas por lá....

A incompetência, por parte da prefeitura multiplica-se...

Haja vista que eles não podem receber visita... Que absurdo...

Durante o tempo que estive lá fui vigiado por varia guardas que procuravam manter a ordem estabelecida pelo poder....

A Lucimar ,mulher incansável na luta por aquele povo, há muito tempo esta sendo perseguida na prefeitura, mas ela não vai desanimar e nós somos solidários a ela...

Tudo isso acontecendo pertinho da gente e os homens do poder transitam livremente nas nossas assembleias eucarísticas...

Gostam de ocupar lugar de destaque e serem visto pelos outros...

Mas não defendem a causa do órfão, da viúva, do enfermo, da criança e do adolescente que estão privados dos seus direitos básicos na Escola Conceição e na quadra da Vila Formosa...

O absurdo continua e eu fui lá constatar.

Abraço a todos e permaneçamos firmes na luta contra toda injustiça.

Vitor


Enviado via iPhone

Espiritualidade Cristã ou gaiolas da fé?



Muito importante reflexão para nós leigos "compromissados" com a Verdade!!!


Ainda podemos contar com uma pequena porção de agentes de pastoral que desafiam as leis da branda impostora e imposta fé, contestando a qualidade e o preço do produto barato, que já faz algum tempo que vem sendo comercializado nas prateleiras ideológicas dos luxuosos e regalados teólogos adeptos da subserviência e do conforto indiscreto e incoerente.

É neste contexto, que vejo o desmantelo em que o povo é atraído e traído, pois transitam livremente pelos largos e confortáveis corredores deste produto “Fé”, sem terem a oportunidade de conhecer as verdades sobre o Reino de Jesus e os legítimos caminhos a serem percorridos pelo discipulado.

São muitas as palavras com falsas razões, e aqui, o meu raciocínio me leva a decifrar que, muitas palavras melosas nos dias atuais, são para muitos, ações concretas, objetos da Fé, cujo sentido confesso que já tentei entender, mas, o sopro do Espírito Santo ainda não me permitiu tal compreensão.

É justamente porque ainda não compreendi nada que, me vem a cabeça e ao coração as velhas perguntas de sempre: Até quando vamos aceitar a hipocrisia correndo em nosso meio como esgoto a céu aberto?

Por que será que nos falta a coragem de denunciar a esperteza com a qual manipulam o Evangelho de Jesus Cristo, jogando para os pobres a ideia de que o inferno é a consequência direta dos que não aderirem a uma tal conversão convencional, padronizada, instituída e ploriferada na base da mentira?

E por que será que não nos indignamos a ponto de denunciar o tratamento desumano que os ricos empresários e comerciantes usam com seus funcionários, negando-lhe os direitos trabalhistas, tratando-os de forma desonrosa e injusta?

Aqueles ricos que ocupam os primeiros assentos nos bancos da igreja nos cultos dominicais e que em tempo de festa de padroeiros dão boas gorjetas para ajudar o Santo e na evangelização, como se isso fosse prática vinda do Evangelho e dinheiro obtido com dignidade, fruto de trabalho honroso.

Muitos líderes de pastorais também falam das dificuldades de evangelizar, mas, estas supostas dificuldades se referem explicitamente aos obstáculos de se atrair seguidores para o culto.

Este momento, em muitas situações, acaba se tornando uma ocasião de julgamento e condenação sumária para os que não aceitaram o convite. É preciso ser luz que ilumina os caminhos e não holofotes que encandeiam e cegam a comunidade.

Na tentativa de compreender o que é claro, óbvio e concernente da fé comercializada, os poucos agentes de pastoral (legítimos) acabam se tornando insuportáveis e indiferentes pro governo religioso, por não concordarem com os padrões estabelecidos que burocratizam a fé e aprisionam os fiéis como se fossem animais domésticos, adestrados, atentos às ordens de seu dono.

É assim que vejo a militância de muitos que se dizem seguidores de Jesus Cristo, e é desta forma que escuto os gritos ensurdecedores que proclamam uma vida nova, fazendo um apelo para que se concorde cegamente com este atual modelo que enaltece um vaidoso projeto dinâmico e ascendente, embasado na ideia de um “tal pluralismo religioso”.

Este modelo vigente que aí está, não pode ser alvo de críticas porque logo escutam-se as lamentações: “É por causa de Jesus que somos perseguidos!” “Jesus disse que íamos ser perseguidos por causa de sua Palavra”, é esta a fantasia vivida prontamente pelos seguidores de Jesus. Eu, particularmente, penso que esta “fantasia” é vergonhosa e sem razão de existir, e penso também que isto não é obra do Espírito Santo, mas sim preguiça mesmo, algo que foi gerado por uma leitura superficial do Evangelho, uma justificativa para a covardia de muitos.

Este pode não ser o retrato de muitas paróquias ou pastorais, mas, com toda certeza é uma situação predominante que se alastra como uma praga.

Carlos Jardel
Leigo membro da Articulação Diocesana das CEBs de Tianguá

“CEBs diante dos desafios contemporâneos”

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Assessores das CEBs querem formação sistemática nas grandes regiões do Brasil



Terminou neste domingo, 17, no Rio de Janeiro (RJ), o 1º Seminário Nacional para Assessores das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), promovido pelo Setor CEBs da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da CNBB, em parceria com o Iser-Assessoria.

Entre as conclusões do encontro foi destaque a necessidade de uma formação sistemática para os assessores das CEBs nas grandes regiões do Brasil, a constituição de uma rede de assessores de CEBs, além de contribuições para a animação das CEBs no contexto das comemorações do cinqüentenário do Concílio Vaticano II e das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE).

Reunidos desde o dia 14, durante o Seminário os 30 assessores, representantes de 15 regionais, debateram as “CEBs diante dos desafios contemporâneos”. Para isso, a teóloga e professora da PUC-RJ, Eva Aparecida Resende, apresentou nos documentos do Magistério da Igreja (Concílio Vaticano II, Conferências do Celam e CNBB) os fundamentos teológicos para as Comunidades de Base.

sergio_coutinho_cebsO assessor do Setor CEBs da CNBB, professor Sérgio Coutinho, juntamente com a socióloga Solange Rodrigues, do Iser-Assessoria, problematizaram a questão da “Identidade e Diversidade das CEBs”. Eles enfatizaram seus elementos eclesiais estruturantes e a diversidade de suas experiências no Brasil. O professor Celso Carias da PUC-RJ e o professor Ivo Lesbaupin do Iser-Assessoria, apresentaram os desafios para as CEBs hoje na dimensão social, política e econômica, especialmente no Brasil. Além disso, os participantes assistiram ao vídeo do 7º Intereclesial das CEBs realizado na diocese de Duque de Caxias, em 1989.

No sábado, 16, o Seminário debateu outros desafios para as CEBs em sua dimensão cultural e religiosa. As sociólogas Lúcia Ribeiro (Iser-Assessoria) e Sílvia Fernandes (UFRRJ) trabalharam o papel da mulher e as relações gênero nas CEBs, como também toda a problemática relativa ao pluralismo religioso que afeta amplamente na sociedade atual. A parte da tarde foi dedicada ao papel e ao trabalho do assessor das CEBs. Para isso o padre Nelito Dornelas, da CNBB, ajudou com uma dinâmica a partir da pedagogia de Jesus descrita na narrativa dos discípulos de Emaús.

O último dia do seminário se iniciou com a celebração litúrgica do Domingo de Ramos, onde se fez memória dos mártires de muitas comunidades e se renovou o compromisso pela defesa da vida no planeta. Os participantes elaboraram suas sínteses individuais e discutiram em grupos os encaminhamentos para os próximos seminários.

domingo, 17 de abril de 2011

Campanha contra os agrotóxicos

A Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, lançada em 07 de abril em Brasilia, reúne movimentos sociais, pastorais sociais, entidades estudantis e sindicatos em defesa do direito à alimentação saudável para todos, da saúde e qualidade de vida do trabalhador e de um meio ambiente equilibrado.

A ideia é alertar a sociedade para o uso indiscriminado de defensivos agrícolas.

O Brasil é o maior consumidor mundial dessas substâncias: cerca de 1 bilhão de litros foram utilizados no País em 2009 – uma média de 5 litros por pessoa.

A campanha defende um novo modelo agrícola que valorize a agricultura familiar e viabilize o desmatamento zero; permita o acesso a tecnologias que utilizem menos agrotóxicos, como os sistemas agroecológicos; gere renda e trabalho para a população rural.

Para isso, a Reforma Agrária é política fundamental. Todos os anos multiplicam-se casos de contaminação no campo por agrotóxicos. Pesquisas vêm apontando as graves consequências dessa contaminação para o meio ambiente e a saúde humana.

Ela pode causar problemas como câncer, distúrbios hormonais e neurológicos, má formação do feto, depressão, doenças de pele, diarréia, vômitos, desmaios, dor de cabeça, contaminação do leite materno, entre outros.

Fonte: Via Campesina Brasil

Equipe de Comunicação das CEBs - Diocese São José dos Campos

Luiz e Bernadete Mota; Rosana Paula; Maria Matsutacke; Cintia Paiva; Paulo Olivera

Em reunião da coordenação diocesana das CEBs da Diocese de São José dos Campos, em 16/04, foi formada nova equipe de comunicação diocesana das CEBs A reunião aconteceu na casa paroquial, da Igreja Matriz Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, onde reside Pe. Ronildo, assessor diocesano das CEBs.

Na reunião, também foi apontado deficiências no agir , dificuldades na caminhada como equipe e sugestões foram apresentadas para enriquecer o trabalho da equipe.

Novos desafios foram lançados pelo assessor diocesano Pe. Ronildo: “Mais do que se dedicar à divulgação do material das CEBs nos meios de comunicação, através do informativo, subsidio e internet, a equipe tem missão de fazer fluir a comunicação entre pessoas, pastorais, comunidades como um todo, de uma forma acolhedora, tendo como mística a comunhão e a unidade.”

A Equipe diocesana das CEBs é responsável por documentar os eventos com fotos, vídeos, produzir o informativo “Lá Vem o Trem das CEBs”, diagramar o subsidio das CEBs e passar informações para os órgãos de comunicação da diocese, estar presente em toda programação diocesana das CEBs, colaborar e facilitar a comunicação nos eventos. Elaboração de cartazes, panfletos,etc.

A nova equipe tem na coordenação o casal Maria Bernadete de Paula Mota Oliveira e Luiz Antonio de Oliveira. Participam da equipe Cintia Maria Paiva e Rosana de Paula Rosa , de São José dos Campos; Maria Aparecida Matsutacke e Paulo Oliveira de Jacareí. Tem também como colaboradores Celso Correia e Madalena Mota.