domingo, 11 de maio de 2008

Urgente "Remedios para Juventude"



Socorro ,urgente, "Remedios para Juventude" !

Um ser que já nada tem, nada é, não tem vez e voz, apenas mantem seu dom mais precioso, a vida.... Por que é agredido?

Na última quinta-feira (8) foram divulgadas pela Polícia Civil imagens de um morador de rua sendo espancado por três jovens não identificados na calçada da rua Debret (centro), em frente à lateral do prédio da Procuradoria no Rio.
As imagens, do circuito de câmeras do Ministério Público Federal, mostram os garotos agredindo o morador com um pedaço de pau. A vítima dormia na hora e não pôde se defender.
Já em Vitória (ES), três moradores de rua foram mortos a tiros. Segundo a Polícia Civil, eles foram atacados enquanto dormiam sob a marquise de um prédio comercial no bairro Horto.
Para a prefeitura da capital capixaba e para a Polícia Civil, os crimes podem ter sido um ato de "limpeza social" praticado por pessoas insatisfeitas com a presença das vítimas.
Foram mortos os mendigos Ercílio Novaes, 64, e João Alves Filho, 48, ex-técnico de enfermagem, e um catador de recicláveis identificado apenas como Adilson. Alves Filho chegou a acordar durante o ataque, mas foi atingido por quatro tiros e morreu no local. Ao todo, seis moradores de rua dormiam no local no momento do crime -- um casal e outro homem conseguiram fugir. Ao menos uma testemunha teria presenciado o crime.

domingo, 4 de maio de 2008


O gosto e o desafio de orar

Marcelo Barros

A Igreja cristã deve viver para o mundo, falar privilegiadamente aos de fora e servir a toda humanidade e não apenas aos próprios crentes. Esta proposta de um modelo de fé, voltado para os outros, continua atual, mas foi lançada pelos bispos católicos da América Latina, há 40 anos em Medellín, Colômbia. Para quem compreende a espiritualidade nesta perspectiva descentrada, o tema que neste ano a Semana se oração pela unidade dos cristãos propõe é, certamente, um desafio. No Brasil, cada ano, esta semana de encontros entre Igrejas diversas, diálogos entre pastores e padres, assim como cultos em comum, se celebra, exatamente, nestes dias, antes do próximo domingo, no qual os cristãos encerram o tempo pascal e recordam a vinda do Espírito de Deus para encher com o seu amor divino todo o universo.
Há exatamente cem anos que os cristãos se reúnem cada ano, nesta semana especial, para orar pela unidade das Igrejas de modo que estas sejam diferentes umas das outras e autônomas, mas unidas no mesmo testemunho de fé e de serviço à paz do mundo e à justiça. Desta vez, o tema que reúne os cristãos na Semana da unidade é a própria natureza e necessidade de oração. É a palavra de Paulo: “orai sem cessar” (1 Ts 5, 18).
Na expressão da fé, a oração é o que há de mais intimo e profundo porque se trata da própria relação pessoal e íntima com Deus. O mistério divino é algo que nenhuma palavra ou explicação pode esgotar. A fé cristã vive a relação com este mistério divino como diálogo com um Tu amoroso que nos chama a viver uma intimidade de amor. Algumas religiões orientais e grupos que delas derivam consideram a divindade como uma dimensão do próprio ser humano. Neste caso, orar é acessar a unidade mais profunda consigo mesmo. Não é algo que se possa definir com facilidade. Para quem tem fé, entretanto, a oração é uma meta importante da espiritualidade, ou seja, da vida, conduzida pelo Espírito.
Quem, como eu, já passou dos 60, e, desde muito cedo, vive a procura do Divino, já atravessou diferentes formas de viver e compreender a oração. Quando criança, eu via minha mãe doente e fazia acordos com Deus para que ele lhe concedesse mais três ou quatro anos e achava que deveria oferecer algo em troca. Mesmo se o que eu tinha a oferecer fosse não tomar sorvete ou não comer doce durante um mês. Desde que me tornei monge, aos 18 anos, muitas vezes aceitei a oração como uma luta com Deus, como a Bíblia conta que o patriarca Jacó viveu durante toda a noite com um anjo misterioso, até ser abençoado (Cf. Gn 32). Assumi as diversas horas de oração litúrgica diária, como sacerdócio de todos os crentes, para santificar o tempo e dar a Deus o sacrifício de louvor em nome de seu filho Jesus. E dava muita importância à intercessão, tanto para obedecer ao que Jesus diz no evangelho: “Pedi e recebereis” (Mt 7, 7), como para me sentir útil e pensar que estava fazendo algo em casos de doenças e necessidades de pessoas queridas.
Hoje, embora respeite todas as expressões de fé e valorize especialmente aquelas que vêm do puro amor, independentemente se suas formas são mais racionais ou menos, o fato é que me sinto interiormente muito mais crítico e por isso mesmo mais pobre. Continuo buscando a intimidade de Deus, mas sei que ele habita no mais profundo do meu ser: “o pensamento nem chega à mente ou a palavra aos lábios e Ele já sabe tudo e me cerca do seu amor” (Cf. Salmo 139). Aí, a oração se torna, não mais apenas uma reza, ou prática externa, mas um pulsar do coração inebriado de amor e em gozo de intimidade com alguém que é mais íntimo a mim do que eu mesmo.
É claro que a oração depende da imagem de Deus que se tenha. Uma visão de Deus, senhor todo poderoso e patriarcal, supõe uma forma de relação determinada. Se o vemos como uma espécie de patrão ou governante que exige tributos e impostos, a oração se torna dever. As Igrejas usam expressões como ofício, trabalho e obrigações. Sobre isso, as palavras de Jesus continuam claras: “Quando orarem, não usem muitas palavras... O Pai de amor sabe tudo o que vocês precisam... Entrem no mais íntimo do seu quarto (ou da sua alma) e o Pai que tudo vê, verá o que vocês precisam”. (Cf. Mt 6, 6-8).
A respeito da unidade das Igrejas, o Evangelho revela que é o próprio Jesus quem mais quer esta unidade. Se somos convidados a orar pela unidade, é para que nós mesmos entremos mais e mais neste projeto divino e nos sintamos em comunhão com a humanidade tão sedenta de unidade e paz.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Congresso Missionário

Missionários de todo o Brasil chegam em Aparecida para o Congresso

Aparecida, Assessoria de Imprensa do 2° CMN
O Santuário Nacional de Aparecida, está preparado para receber mais de 600 inscritos no 2° Congresso Missionário Nacional.

A “Missa de Abertura” às 16h, presidida por Dom Sérgio Castriani, bispo da Prelazia de Tefé, AM e presidente do Comina – Conselho Missionário Nacional, marca o início do evento no feriado do trabalhador. Em seguida, no auditório localizado no subsolo do Santuário, acontece a Cerimônia de Abertura.
O congresso segue uma metodologia missionária. Hoje é o dia do Caminho feito para chegar até local como povo peregrino, caminhante, na simplicidade e na pobreza e na busca do definitivo. Segundo os organizadores, o missionário vive a espiritualidade do caminho. Jesus dá-se a conhecer caminhando (cf. Lc 24,15), justamente porque Ele é o Caminho (Jo 14,6).

Amanhã, dia 2 de maio, será o dia do Encontro. Na parta da manhã acontecem três conferências com a colaboração dos assessores, padres Paulo Suess, Agenor Brighenti teólogos da Missão, e o frei Santiago Ramirez, da Comissão Teológica do CAM 3–Comla 8, vindo de Quito – Equador. Na parte da tarde os trabalhos prosseguem no Colégio do Carmo em Guaratinguetá, com onze “Mutirões” de aprofundamento sobre diferentes temas relacionados à missão. O local abriga também uma exposição de artigos religiosos, publicações e produções.

No dia 3 de maio, sábado, será o dia da Partilha onde oito missionárias e missionários entre leigos, padres e religiosas darão testemunhos de vivência na Ásia, África e América.

Domingo será o dia do Envio missionário. Depois do encontro com Jesus ressuscitado no caminho os congressistas à exemplo dos discípulos, partem para anunciar a Boa-Nova.


Segundo padre Daniel Lagni, diretor das Pontifícias Obras Missionárias -POM e presidente executivo do 2º Congresso, o objetivo geral é “assumir a nossa ‘natureza missionária’, guiados pelo Espírito, a serviço do Reino, à luz do Documento de Aparecida, em vista do CAM 3–Comla 8. A expectativa é de que a Igreja no Brasil, que tanto recebeu desperte para enviar discípulos missionários além fronteiras”, disse.

Durante os dias do congresso, famílias de Aparecida e Guaratinguetá hospedam os missionários e missionárias que chegam de todo o Brasil.

O 1° CMN foi realizado em Belo Horizonte, em junho de 2003, como preparação para o Cam 2 – Comla 7, celebrado na Guatelmala em novembro daquele mesmo ano.

A programação do evento encontra-se no site: http://www.revistamissoes.org.br/

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O Tempo foi-se para o espaço


O tempo foi-se para o espaço


No princípio era Deus, o autor de todos os tempos. Depois surgiu o relógio. Mas, não foi tudo de uma vez. Primeiro veio o relógio de sol, que apenas dividia os dias. Depois surgiu o relógio de água ou clepsidra e o de areia ou ampulheta, um pouco mais aprimorado. Isso foi em torno do ano 400 a.C. O relógio de pêndulo, capaz de assinalar com precisão as horas, apareceu somente por volta do ano 1600 da nossa era, inspirado nas descobertas de Galileu Galilei. A marcação dos minutos começou a ser feita em 1700. Os segundos, por sua vez, vieram em terceiro lugar.
A emergência desse equipamento que mede o tempo em pequenas frações coincide com a expansão da modernidade. O invento significou uma verdadeira revolução na história da humanidade. Com o advento do relógio, começou-se a reproduzir calendários e fabricar agendas, sem o que já não conseguimos viver. Assim, podemos organizar melhor nossos eventos e compromissos. Porém, passamos a sofrer uma espécie de ditadura do cronômetro.
Aportamos aos dias atuais com a noção de tempo profundamente alterada. O sociólogo Anthony Giddens diz, por exemplo, que a modernidade avançada – a mesma que alguns chamam de pós-modernidade – arranca de modo crescente o espaço de dentro do tempo, fomentando relações entre “ausentes”. O relógio, acelerado pelos tempos modernos, revolucionou também o metro, medida definida em 1799 como sendo a décima-milionésima parte da distância entre o Pólo Norte e a linha do Equador
Vivemos hoje um clima de “esvaziamento do tempo”, que acaba gerando também uma sensação de “esvaziamento do espaço”. Nas grandes cidades esse fenômeno é ainda mais perceptível. O autor citado fala que existe mesmo um “desencaixe” na engrenagem entre tempo e espaço, o que influencia de modo profundo a vida humana. Experimentamos uma inédita relação entre o local e o global. Passamos a viver glocalmente, isto é, radicados num local, mas às voltas pelo mundo globalizado, globalizante.
Em conseqüência desta “ordem” das coisas, surgem novos modos de relação entre as pessoas. Relações mais virtuais que presenciais; mais efêmeras que duradouras; mais plurais, anônimas e descomprometidas que em outros tempos. Estamos vivendo a globalização sedentária, mórbida, alucinante e estressante, algo inédito e inusitado. Por um lado, o mundo parece cada vez mais complexo. Por outro, a técnica avança a passos largos na notável tentativa de simplificá-lo.
O que estava fora de cogitação até pouco tempo, agora é real. Uma das grandes novidades consiste precisamente no fato de que muitas coisas são reais na condição de virtuais. O mundo moderno não sabe mais viver sem suas virtualidades. Muito do que parecia impossível tornou-se possível. Outras coisas acabaram ficando de lado porque não estão na “rede”. O que era supostamente complexo tornou-se aparentemente simples. Contudo, quem não consegue entrar no sistema, passa a ser considerado um “zero à esquerda”.
A tecnologia associada à informática eliminou qualquer distância. Agora os acontecimentos podem ser acompanhados em tempo real. O telefone celular significou uma das últimas inovações, juntamente com a internet (blog, orkut, msn, skype) e demais invenções que não param de aparecer. Com tais ferramentas temos acesso às informações que desejamos, em qualquer hora e lugar. Mas, isso não garante que estamos nos comunicando mais e melhor.
Estando próximos – muitas vezes lado a lado – podemos, ao mesmo tempo, nos achar separados, distantes, noutro mundo. A modernidade e a globalização ressaltaram e estão levando ao extremo esses contrastes. Há uma revolução sobre a geografia física, social e humana mundial, como também sobre as instituições, as idéias, os valores e paradigmas. Nesse emaranhado uma questão está sempre posta: para onde vamos, agora que o tempo se foi para o espaço?
Dirceu Benincá
Pe Dirceu Benica
autor de diversos livros - entre eles : Nos Trilhos da Espiritualidade Libertadora

segunda-feira, 31 de março de 2008

Oração para o 1º Paulistão das CEBs



Nosso povo divulgando!!!


















ORAÇÃO DO PAULISTÃO



Ó Deus Criador, Uno e Trino, Melhor Comunidade,
teu povo do Estado de São Paulo caminha rumo ao Paulistão,
na Centenária Igreja de Campinas.
Dá-nos construir, em um grande mutirão,
este encontro de irmãos e irmãs sedentos por um mundo sustentável, justo e fraterno.
Acende em nossas comunidades o ardor das primeiras comunidades.
Dá-nos a graça de sermos e formarmos Comunidades Eclesiais e Ecológicas de Base.
Que o Espírito, assim como pairava sobre as águas no início da criação,
nos desperte para o cuidado com a Mãe Terra.
Da mata atlântica e dos cerrados, dos mangues e dos mares,
dos rios e dos campos, das pequenas e grandes cidades,
recebe o louvor das criaturas, ó grande Tupã.
Que este nosso encontro seja um grande momento de reflexão e louvação,
planejamento e articulação de nossa caminhada no Estado de São Paulo.
Olorum, recebe nosso dançar e nosso lutar.
Deus de Amor e tantos nomes dá-nos a graça de fazer de nosso Estado,
que acolhe gente de todo Brasil, da América Latina e do Mundo todo,
a terra onde corre leite e mel, a terra onde corre água de coco e peixe,
a terra onde corre tapioca e açaí, a terra onde corre chimarrão e queijadinha.
Tudo isso nós te pedimos, em nome de Jesus, o Emanuel de tantos rostos, que com o Espírito Criador e Criativo anima a Igreja, Povo de Deus. Amém!

Venham Todos,Venham Todas

Venham todos! Venham todas

Letra: Éder Massakasu Aono
Música: Asa Branca - Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

Venham todos! Venham todas!
Para o nosso Paulistão!
Será em Campinas, no mês de julho.
Venham correndo pro mutirão! (bis)

Venham lá da Capital!
Venham lá do Interior!
Vem Povo Negro, meus irmãos índios.
Povo migrante, irmãs mulheres. (bis)

Patriarcas, Matriarcas!
Juventude, Criançada!
Homens, Mulheres!
Venham correndo o mutirão já começou! (bis)

É o seu dom que precisamos!
É você que está faltando!
Não falte não! São suas mãos
Que precisamos pra construção. (bis)

É Jesus Cristo quem te chama.
Para o Mundo preservar!
A Mata Atlântica e o Cerrado
De nosso estado vamos salvar! (bis)

Nossos mares, nossas praias,
Nossos mangues e florestas.
Se eles morrem, morremos nós
Essa tristeza tem que mudar! (bis)

Porto Velho nos espera
De partida está o trem
O Paulistão é a estação
Para partida pra este mundão. (bis)

CEBs desbravando a selva virtual







Venham todos, venham todas para o Paulistão



Maravilhoso video!!!


A CEBs mostrando sua face na net!!!


É a primeira gravação de grupo de CEBs na net, para anunciar ao povo nossos anseios, uma inovação!!!


Podemos dizer que é a CEBs desbravando a selva virtual, é nosso povo conquistando um espaço para dizer estamos presente, que somos a Igreja em movimento, que somos uma rede de comunidades que comunga o Amor Maior





Video no YouTube: bernadetecebs